quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Viver e conviver com a incerteza pois este virús "toca" a todos!!!

De repente tudo mudou e o que sabíamos estar certo e confortável desapareceu para dar lugar ao desconhecido, invisível e ameaçador.
Este vírus mudou para sempre a forma como existimos e, consequentemente, como desenvolvemos as nossas atividades profissionais, passando a área da saúde e segurança (SST) para ter a devida importância e ser visto, finalmente, com óculos com a formatura correta. Esta nova normalidade tem uma responsabilidade ainda maior, de proteger os nossos colaboradores e também as suas famílias.
A responsabilidade de cumprir as novas regras da DGS surge com a obrigação de serem todos os agentes de saúde pública, uma vez que uma falha no nosso local de trabalho pode resultar num resultado sério para quem nos rodeia.
Esta nova normalidade também nos traz muitos desafios. De um momento para o outro, obriga-nos a reinventar todo a nossa forma de atuar e de viver. 
Fomos forçados a mudar, sem saber se o novo normal será pior ou melhor. Só sabemos que terá que ser muito diferente. Em algumas situações somos forçados a ser o mais práticos possível e, infelizmente, a perder com a obrigação de cumprir o distanciamento social, a proximidade com outras, que nos falta, especialmente quando trabalhamos com pessoas. Esta necessidade conduzir-nos-á certamente a repensar a forma como podemos desenvolver o nosso trabalho com a proximidade que nos é exigida.
Percebemos que grande parte do trabalho pode ser feito no teletrabalho, mas a rapidez com que esta mudança ocorreu não permitiu analisar e preparar os colaboradores para os impactos positivos e negativos nas suas vidas, bem como o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Uma vez que a maioria dos colaboradores de teletrabalho reivindica "a dificuldade em encerrar". 
Outro desafio que nos é apresentado é a forma como devemos lidar com esta nova forma de trabalhar e com os diferentes espaços de trabalho. Com os colaboradores no teletrabalho, algumas das regras da DGS terão de ser revistas para responder a esta nova realidade.

Das poucas certezas que tenho é que temos de aprender rapidamente como podemos incorporar algumas destas medidas na nossa rotina de trabalho diário para sempre, sem ter impacto no negócio das empresas, para que, quando uma nova ameaça deste tipo apareça, estejamos mais bem preparados e que o impacto seja o mais pequeno possível, em todos os sentidos. Até lá, as regras, impostas para controlar o risco de contaminação pelo novo coronavírus, COVID-19, serão fundamentais até ao aparecimento de uma vacina e até que a imunidade do grupo seja alcançada.


sábado, 15 de agosto de 2020

Camiño de Santiago

Este ano eu o meu filho Salvador e o meu amigo e compadre, João Canario fomos fazer os Caminhos de Santiago. Partimos no dia 08/08/2020 para Valença do Minho onde pernoitamos e iniciamos o caminho desde Valença no dia 09/09/2020 e onde durante 6 etapas palmilhamos os caminhos, onde a amizade, as rizadas, o companheirismo, a introspeção individual e de grupo e o divertimento nunca faltaram.

O meu filho que vai na proxima semana fazer 17 anos sempre foi especial e mais uma vez portou-se como sempre como um homenzinho, aproveitei ele nesta semana como nunca tenho o meu coração cheio e a minha cabeça mais serena e espero repetir outras caminhadas por esta vida ao lado de quem me faz feliz!

As etapas foram: Valença / Poriño / Redondela / Pontevedra / Caldas dos Reis / Pádron / Santiago

Deixo aqui para ser partilhado e um dia revisto, parte do registo fotografico do caminho:

































Como se diz "Nunca caminarás solo", e eu espero poder caminhar ao lado de quem me faz feliz!!!

Obrigado Salvador e João pela partilha do Caminho e obrigado á minha esposa Maria de Fatima e amigos Ana, Saõ e afilhado Joaquim pela disponibilidade e por estarem sempre connosco.

 

quinta-feira, 9 de julho de 2020

today is the day! Never stop believing and making your dreams come true!


A big trail BMW F800 GS Adventure é um dos modelos mais vendidos no segmento e, agora, passou por mudanças na linha 2017.
Não se trata de uma moto nova. Nem sequer de uma moto muito conhecida pelos portugueses, que a preterem a favor da sua “irmã” mais crescida com motor boxer de 1200cc, mas a verdade é que a F800GS Adventure é uma moto muito interessante.
Baseada na consagrada F800GS, esta versão Adventure apresenta a mesma agilidade e facilidade de condução, a mesma polivalência e a mesma competência fora-de-estrada. Apenas com umas suspensões um pouco mais altas e com mais curso.
O quadro robusto é o mesmo, mas o sub-quadro foi redesenhado e reforçado para acolher um depósito de combustível com capacidade para 24 litros. Com mais 8 litros de gasolina do que a versão normal, a autonomia substancialmente alargada da Adventure faz juz ao seu nome.
Em termos de ajudas electrónicas à condução, a F800GS Adventure oferece tudo aquilo a que um motociclista tem direito. Além do agora obrigatório ABS, a Adventure também oferece o controlo de tracção (ASC) e a suspensão electrónica (ESA) que regula a pré-carga do amortecedor traseiro.
Entre as mudanças, as carenagens laterais tem novo grafismo e refletores retangulares cor âmbar nos garfos dianteiros. A tampa da bateria também tem novo desenho, dotado de vincos mais salientes, enquanto o painel de instrumentos aposta em novos grafismos para os mostradores analógico e manteve o mostrador digital. Por sua vez, o escapamento passa a ser feito de inox.
Para os mais radicais a BMW também disponibiliza o “Enduro Mode”, que permite que, com apenas o toque de um botão ao alcance do polegar direito, o ABS e o Controlo de Tracção entrem imediata e simultaneamente em modo “todo-o-terreno”, permitindo fazer derrapar e patinar a roda traseira, mas obviamente de forma controlada. Claro que os mais experientes podem mesmo desligar os dois sistemas a qualquer momento.
Para-brisa elevado é de série na F 800 GS Adventure (Foto: Divulgação)
Tal como a F 800 GS tradicional, a Adventure tem motor bicilíndrico de 798 cm³ refrigerado a líquido. São 85 cv a 7.500 rpm e 8,4 kgfm de torque a 5.750 rpm, tocados por um câmbio de seis marchas - a transmissão final é por corrente. O tanque leva 24 litros, suficiente para aventuras em lugares sem acesso fácil a postos de gasolina.  
O que a aventureira tem:
 
Entre os itens de série, há amortecedor traseiro com ajustes amplos de retorno e pré-carga, manetes de freio e de embreagem reguláveis, imobilizador eletrônico e lanterna traseira em leds. As longas jornadas serão facilitadas pelo para-brisa alto e tomada 12V, além dos suportes para top case (32 litros) e malas laterais (44 litros à direita e 38 litros à esquerda). Na hora de abandonar o asfalto, protetores de cárter, motor e mãos protegerão o conjunto, enquanto as rodas raiadas prometem maior resistência. 
Instrumentos analógicos tem novo grafismo na F 800 GS Adventure 2017 (Foto: Divulgação)
Há ainda o pacote Premium, que vem de fábrica com luzes adicionais, o modo de pilotagem Pro (com modos Enduro e Enduro Pro), ajuste eletrônico de suspensão, punhos aquecidas, computador de bordo, luzes indicadoras de direção em leds e descanço central. 
 

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Tempo dos executivos executarem...

Tudo mudou! No modo de vida, na dinâmica empresarial, na organização do trabalho e na interacção com os demais.
 
No que concerne à vida das empresas a dificuldade de adaptação a este novo contexto, leva-nos pensar de que vale ter uma agenda sobrecarregada que agora se demonstra inútil e repleta de incertezas. Ou que mais valia significativa resulta da presença física em reuniões e eventos onde o tempo útil é diminuto, considerando as viagens, os tempos mortos e o cansaço. E que dizer dos números projetados naquele Excel que aceita tudo e que são hoje um retrato triste do que não vai acontecer?
A revelação de novos modelos na dinâmica das empresas, remete-nos para a necessidade de simplificação dos processos de trabalho: com menos custo, maior flexibilidade, mais atenção ao mercado e, em particular, aos clientes. Sim, não diminuiu o seu grau de exigência e estes reclamam respostas efetivas e eficazes das empresas, privilegiando quem está presente, atuante e em sintonia com as suas necessidades.
A este propósito, Jack Trout escreveu um livro muito inteligente em 1999 intitulado The Power of Simplicity, que poderia ser muito útil passados mais de 20 anos. Ali, defendia que a importância da introdução de processos básicos e simplificadores, cuja finalidade é manter o foco na essência de cada negócio e, sobretudo, nos clientes.
Esta é uma excelente altura para recordar a base da teoria da gestão das organizações, seja na sua vertente social ou económica.
No domínio das necessidades dos consumidores, vem à tona de água a antiga pirâmide de Maslow, lembrando-nos a importância de ver preenchidas as necessidades básicas e de segurança, às vezes tão esquecidas e substituídas na escala de valores por necessidades de auto-realização.
Por outro lado, nunca a lei de Pareto fez tanto sentido neste momento: concentrar 80% do foco naquilo que é claramente relevante e crucial para a sobrevivência de muitas empresas a curto prazo. Onde? Nos clientes! Mantendo viva a relação, a comunicação, oferecendo flexibilidade e propondo soluções. É a isto que se chama diferenciação e fazem bem muitas marcas em comunicar no momento terrível causado pela pandemia (ex. Continente, Lidl, Swatch ou Remax), lembrando que as mesmas estão ativas, presentes nos bons e nos maus momentos.
Pode ser que seja desta que as empresas e as escolas de gestão valorizem mais os departamentos e currículos nas áreas do marketing e da criação de valor.
Presto a minha homenagem a todos aqueles que dia a dia, por mais difícil que seja, se esforçam por trabalhar arduamente para inovar, diferenciar-se e lutar por empresas melhores, colaboradores mais capazes e clientes mais satisfeitos. Do cafézinho da esquina à multinacional.
Estar sentado à secretária, à espera que a tempestade passe, ignorando os clientes, é o maior contributo para o suicídio empresarial. Os executivos bem-sucedidos de hoje, executam!
Dar o exemplo não é a melhor forma de influenciar os outros. É a única! Albert Einstein
Concordo pelanemte com o que aqui foi escrito
Texto retirado no LinktoLeaders

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Depois da pandemia, Portugal quer reforçar aposta nas renováveis

A intenção foi manifestada pelo ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, numa entrevista que concedeu à Reuters.
 


 
Nesta medida, uma das ideias já em marcha é o lançamento de um novo leilão para licenças solares, afiançou o ministro.
Matos Fernandes referiu que, para além de um segundo leilão, planeia ainda criar um complexo para produzir hidrogénio que pode captar entre 4 mil e 5 mil milhões de euros de investidores privados.
Este segundo leilão terá uma capacidade solar total de 700 megawatts (MW), o que fará com que Portugal se aproxime da sua meta de 7.000 MW deste tipo de energia renovável até ao final de 2030.
Recorde-se que Portugal conta, neste momento, com uma capacidade solar instalada de 828 MW.

"A visão pós-Covid é criar riqueza a partir de projetos de investimento que beneficiem a redução de emissões, promovam a transição energética, a mobilidade sustentável", disse Matos Fernandes, acrescentando que o Governo vai "relançar o leilão de 700 MW de solar no dia 8 de junho". Este concurso, adiantou, prevê até 16 sítios para centrais solares localizadas nas regiões do Algarve e Alentejo.


 

sexta-feira, 22 de maio de 2020

COVID19

A pandemia de Covid-19 está a ter um impacto avassalador na economia mundial e os seus efeitos vão ser ainda mais severos do que os da crise financeira de 2008-09. É, de resto, muito provável que haja alterações de paradigma em várias áreas.
A sociedade está já a organizar-se de forma a evitar o contacto humano próximo e isso terá repercussões nas atividades económicas, no mercado de trabalho e no relacionamento interpessoal. Tanto mais que, como é evidente para quem está hoje em confinamento social, as tecnologias digitais já permitem que as sociedades funcionem remotamente.
Como consequência da crise pandémica, vamos certamente assistir ao acelerar da transformação digital, incluindo em Portugal. É por demais evidente a necessidade das empresas estarem preparadas para produzir e comercializar os seus bens, prestar os seus serviços, interagir com os seus clientes e fornecedores e desenvolver as suas atividades laborais remotamente. Para tanto, há que incorporar tecnologias digitais em toda a cadeia de valor das empresas, o que obriga a mudanças nos modelos de negócio, nos processos internos e na relação com os stakeholders.
Como muitos de nós estão hoje a verificar, o teletrabalho é perfeitamente viável com as tecnologias digitais ao dispor da generalidade das famílias, sobretudo se se tratar de atividades profissionais da nova economia. Não devemos, pois, encará-lo como uma alternativa ao trabalho presencial apenas em situações excecionais ou como um modelo válido tão-só para os profissionais liberais. Em certo sentido, o teletrabalho é a forma de organização laboral mais conveniente ao estilo de vida das sociedades contemporâneas, na medida em que possibilita uma melhor gestão do tempo e do ritmo de trabalho, reforça a autonomia individual, promove o bem-estar e faz bem ao ambiente (nomeadamente ao evitar as deslocações).
Importa, no entanto, ter presente que há largas faixas da população que não têm acesso a tecnologias digitais nem conhecimentos de informática. A transformação digital deve, por isso, ser acompanhada de um esforço de promoção da literacia informática. Ora, isto exige muita formação tecnológica e reconversão profissional, para que as pessoas adaptem as suas competências à vertiginosa evolução das necessidades do mercado de trabalho. Acredito que as tecnologias digitais vão criar oportunidades de emprego, desde que as sociedades saibam qualificar os seus cidadãos de forma a conferir-lhes capacidade de adaptação.
Tal como no teletrabalho, também as barreiras culturais em relação ao comércio eletrónico estão a cair com a crise pandémica. O confinamento em casa torna evidentes as vantagens do e-commerce, quer para quem compra, quer para quem vende. E se este era já um segmento em expansão, é de esperar que, terminada a pandemia, o comércio eletrónico tenha ganho novos adeptos e entrado na rotina de muitos consumidores. Para as marcas, esta é uma oportunidade de fidelizarem clientes demonstrando a fiabilidade, eficácia e segurança das suas plataformas de comércio on-line.
Em suma, a aceleração da transformação digital pode ser uma das poucas boas notícias deste momento dramático que estamos a viver. Bem sei que as empresas vão sair muito enfraquecidas desta crise pandémica. Mas a recuperação do tecido empresarial também passa pela digitalização dos modelos de negócio, parecendo-me pertinente haver incentivos públicos para que isso se concretize.
Para as empresas portuguesas, a transformação digital é uma oportunidade para melhorarem a eficiência interna, ganharem maior capacidade de internacionalização, acompanharem os novos hábitos de consumo e estreitarem as relações com os clientes. É inevitável a evolução da nossa economia para o digital.
*Associação Nacional de Jovens Empresários

 

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Listen and Respond with Empathy

As a leader, you encounter people’s feelings of success, failure, pride, and frustration frequently—perhaps even daily. When someone in your group expresses emotion, whether verbally or nonverbally, you can listen and respond with empathy to let that person know that you understand. Use Empathy to:
 

Defuse negative emotions—Strong emotions can be an obstacle to achieving the purpose of the discussion. Identifying and addressing these feelings meets people’s need to be heard, yet keeps the discussion moving forward.

Empathize with positive feelings too—It’s important to show people that you understand their positive feelings. This shows that you’re really listening.

Respond to both facts and feelings—Saying "I understand" is less effective than saying "I can see why you’re worried about meeting a deadline that you feel is unrealistic." Which one shows you’re really listening?


When you listen and show you understand, you allow others to express exactly how they feel. They see that you care. Using Empathy builds a bridge for two-way communication.