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sábado, 15 de agosto de 2020

Camiño de Santiago

Este ano eu o meu filho Salvador e o meu amigo e compadre, João Canario fomos fazer os Caminhos de Santiago. Partimos no dia 08/08/2020 para Valença do Minho onde pernoitamos e iniciamos o caminho desde Valença no dia 09/09/2020 e onde durante 6 etapas palmilhamos os caminhos, onde a amizade, as rizadas, o companheirismo, a introspeção individual e de grupo e o divertimento nunca faltaram.

O meu filho que vai na proxima semana fazer 17 anos sempre foi especial e mais uma vez portou-se como sempre como um homenzinho, aproveitei ele nesta semana como nunca tenho o meu coração cheio e a minha cabeça mais serena e espero repetir outras caminhadas por esta vida ao lado de quem me faz feliz!

As etapas foram: Valença / Poriño / Redondela / Pontevedra / Caldas dos Reis / Pádron / Santiago

Deixo aqui para ser partilhado e um dia revisto, parte do registo fotografico do caminho:

































Como se diz "Nunca caminarás solo", e eu espero poder caminhar ao lado de quem me faz feliz!!!

Obrigado Salvador e João pela partilha do Caminho e obrigado á minha esposa Maria de Fatima e amigos Ana, Saõ e afilhado Joaquim pela disponibilidade e por estarem sempre connosco.

 

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Listen and Respond with Empathy

As a leader, you encounter people’s feelings of success, failure, pride, and frustration frequently—perhaps even daily. When someone in your group expresses emotion, whether verbally or nonverbally, you can listen and respond with empathy to let that person know that you understand. Use Empathy to:
 

Defuse negative emotions—Strong emotions can be an obstacle to achieving the purpose of the discussion. Identifying and addressing these feelings meets people’s need to be heard, yet keeps the discussion moving forward.

Empathize with positive feelings too—It’s important to show people that you understand their positive feelings. This shows that you’re really listening.

Respond to both facts and feelings—Saying "I understand" is less effective than saying "I can see why you’re worried about meeting a deadline that you feel is unrealistic." Which one shows you’re really listening?


When you listen and show you understand, you allow others to express exactly how they feel. They see that you care. Using Empathy builds a bridge for two-way communication.
 

segunda-feira, 16 de março de 2020

COVID – 19: Conheça o Plano Nacional de Preparação e Resposta da DGS


DGS lançou Plano Nacional de Preparação e Resposta para a doença por novo coronavírus (COVID-19), uma ferramenta estratégica de preparação e resposta a uma potencial epidemia pelo vírus SARS-CoV-2. Este Plano tem como referencial as orientações da Organização Mundial da Saúde e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, sendo o documento de referência nacional no que respeita ao planeamento da resposta a COVID-19.

No âmbito da doença pelo novo Coronavírus 2019, o documento descreve as orientações estratégicas necessárias ao sector da Saúde face a esta ameaça em Saúde Pública. Para este efeito, foram desenhados níveis de alerta e reposta para Portugal, integrando evidência técnica e científica, nacional e internacional.

A fase de resposta inclui três níveis e seis sub-níveis, de acordo com a avaliação de risco para COVID-19 e o seu impacto para Portugal:



Caracterização Fase de Resposta 1: Existência de transmissão sustentada de coronavírus capaz de causar graves problemas de saúde em humanos, em locais fora de Portugal, com propagação internacional.
Caracterização Fase de Resposta 2: Presença de cadeias de transmissão na Europa; Presença de casos importados em Portugal, sem cadeias secundárias ; Risco moderado de propagação local da doença em Portugal
Caracterização da Fase Resposta 3: As cadeias de transmissão do COVID-19 já se encontram estabelecidas em Portugal, tratando-se de uma situação de epidemia/pandemia activa. Neste contexto, as medidas de contenção da doença são insuficientes e a resposta é focada na mitigação dos efeitos do COVID-19 e na diminuição da sua propagação, de forma minimizar a morbimortalidade e/ou até ao surgimento de uma vacina ou novo tratamento eficaz



Cadeia de Comando e Controlo


Em Portugal foi criada uma Cadeia de Comando e Controlo responsável pela coordenação da situação composta pelo Ministério da Saúde e DGS (Nacional), Administração regional de saúde (Regional) e Unidades locais de saúde, Agrupamentos de centros de saúde e hospitais (local).

O país dispõe ainda de um dispositivo de Saúde Pública para situações de risco para a Saúde Pública, em que sob coordenação da DGS estão implicadas as instituições integrantes do Ministério da Saúde, incluindo INSA, INEM, INFARMED, ACSS, IPST, SPMS e ARS e Rede de Autoridades de Saúde.

Conselho Nacional de Saúde Pública
O CNSP, designado pelo membro do Governo responsável pela área da saúde que preside, com competência de delegação no Director-Geral da Saúde, é composto por um máximo de 20 membros, designados em representação dos sectores público, privado e social, incluindo as áreas académica e científica.


Este Conselho tem funções consultivas do Governo no âmbito da prevenção e do controlo das doenças transmissíveis e outros riscos para a saúde pública e, em especial, para análise e avaliação das situações graves, nomeadamente epidemias e pandemias.


Este conselho conta com uma comissão coordenadora da vigilância epidemiológica e uma comissão coordenadora de emergência.


Vigilância Epidemiológica
• Identificar precocemente casos e surtos de COVID19
• Caracterizar precocemente os casos de infecção segundo as dimensões pessoa, tempo e espaço
• Identificar e caracterizar a evolução do vírus SARS-CoV-2 em circulação em Portugal;
• Descrever a evolução geográfica e a tendência temporal da epidemia;
• Monitorizar a transmissibilidade, gravidade clínica e impacto da doença;
• Monitorizar o efeito das intervenções de saúde pública;
• Monitorizar as variações genéticas e antigénicas do SARS-CoV-2;
• Identificar as estirpes com resistência aos antivirais


Abordagem estratégica

– Definição de caso [Todas as fases]
– Recolha de informação clínica, epidemiológica e laboratorial [Todas as fases]
– Partilha de informação clínica, epidemiológica e laboratorial [Todas as fases]
– Rastreio de contactos [Fases 2 e 3.1]
– Procura activa de casos [Fases 2 e 3.1]
– Investigação epidemiológica de casos e surtos de COVID-19 [Fases 2.2 e 3]
– Definição dos indicadores de monitorização [Fase 3 e fase de recuperação]
– Colheita, análise e disseminação de informação [Fases 2 e 3]
– Vigilância de síndrome gripal e de infecções respiratórias agudas graves [Fase 3 e fase de recuperação]
– Manutenção da vigilância laboratorial [Fase 3 e fase de recuperação]
– Epidemic intelligence (EI) [Todas as fases] – engloba actividades de detecção precoce, validação, avaliação e investigação de acontecimentos que possam representar uma ameaça para a saúde pública. A EI assenta em duas vertentes, a vigilância baseada em eventos (ocorrências, rumores, notícias e outros sinais provenientes de fontes formais e informais) e a vigilância baseada em indicadores (acontecimentos detectados pelos sistemas de informação existentes). A investigação realizada pelos mecanismos de EI sustenta a avaliação do risco e a gestão de recursos, sendo particularmente relevante nas fases de risco acrescido, quando a capacidade técnica de resposta do sistema de saúde está comprometida.
– Análise da informação epidemiológica [Todas as fases]
– Notificação de casos confirmados COVID-19 e partilha de estirpes de SARS-CoV-2, acordo com compromissos internacionais assumidos [Todas as fases]


Capacidade Laboratorial

• Implementar procedimentos de diagnóstico laboratorial para a detecção do SARS-CoV2;
• Garantir a implementação do diagnóstico do SARS-CoV-2 na Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Gripe;
• Caracterizar o SARS-CoV-2 detectado em casos de infecção a nível nacional;
• Articular com as redes internacionais para a actualização e desenvolvimento dos procedimentos diagnósticos adequados;
• Apoiar a vigilância laboratorial para o SARS-CoV-2;
• Realizar ensaios inter-laboratoriais para o SARS-CoV-2 na Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Infecção pelo Vírus da Gripe.
• Avaliar o perfil imunológico da população para o SARS-CoV-2


Abordagem estratégica

– Preparação do laboratório nacional de referência para o diagnóstico do SARS-CoV2 [Fases de preparação e resposta 1]
– Avaliação do Risco e medidas de biossegurança laboratoriais para o diagnóstico do SARS-CoV-2 [Todas as fases]
– Vigilância e notificação laboratorial [Todas as fases]
– Articulação com redes internacionais [Todas as fases]
– Implementação do diagnóstico laboratorial em hospitais do Serviço Nacional de Saúde [Fases de resposta 2 e 3]
– Ensaios inter-laboratoriais na Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Infecção pelo Vírus da Gripe [Fases 2 e 3 ]
– Caracterização dos vírus detectados (características antigénicas, genética e de susceptibilidade aos antivirais) [Fases 2.2. e 3]
– Avaliação do desempenho dos procedimentos para o diagnóstico laboratorial instalado nos laboratórios [Fases 2 e 3]
– Diagnóstico do SARS-CoV-2 nos casos de síndroma gripal e pneumonia notificados pelas Rede Sentinela [Fases 2 e 3]
– Diagnóstico serológico | Avaliação da imunidade adquirida para o SARS-CoV-2


Medidas de Saúde Pública

• Reduzir o risco de transmissão individual e de propagação do agente na população;
• Atrasar o pico da epidemia;
• Reduzir o número total de casos, o número de casos graves e o número de óbitos;
• Diminuir a velocidade de propagação/transmissão do vírus;
• Prevenir o estabelecimento de cadeias de transmissão e atrasar e reduzir a transmissão comunitária disseminada;


Abordagem estratégica

– Protecção individual
– Higiene das mãos. [Todas as fases]
– Etiqueta respiratória [Todas as fases]
– Equipamento de protecção individual (EPI) [indivíduos sintomáticos – fases 1, 2, 3 e de recuperação; indivíduos assintomáticos – fase de mitigação]
– Distanciamento social – Isolamento dos doentes (casos suspeitos e confirmados de infecção pelo SARS-Cov-2) [fases de resposta e recuperação]; Quarentena/ Isolamento [fases 1, 2, 3.1];
– Intervenção em contexto social – Intervenção em contexto escolar [fase 3.1]; Intervenção em contexto laboral [fases 2.2., 3, recuperação]; Intervenção em contextos especiais (Estruturas residenciais, Estabelecimentos prisionais), eventos de massa, locais ou transportes de utilização colectiva [fase 3]


Gestão de Caso
• Gerir eficazmente um caso suspeito de COVID-19;
• Providenciar uma avaliação médica e cuidados adequados durante uma emergência, onde potencialmente os limites da resposta são excedidos;
• Gerir equipamento, reservas, medicamentos e dispositivos médicos, incluindo a compra, distribuição e gestão de stock;
• Providenciar serviços médicos para os profissionais de saúde, de forma a lidar com as necessidades físicas e mentais que poderão advir durante uma emergência de saúde pública.


-SNS 24 [todas as fases]
-Linha de Apoio ao Médico [fases de preparação, de resposta 1 e 2]
-Transporte de doentes [todas as fases]
-Identificação de circuitos diferenciados e locais de isolamento [fases de preparação e resposta 1]
-Tratamento e monitorização de doentes [todas as fases]
-Identificação dos Hospitais de Referência [Fases de preparação e resposta 1]
– Alargamento da capacidade hospitalar [Fase 2]
-Disseminação da capacidade hospitalar [Fases 3 e de recuperação]
– Capacidade nos Cuidados de Saúde Primários [todas as fases]
– Capacidade Setor Privado e Social [Fase de resposta 3]
– Capacidade das Farmácias [todas as fases]
– Continuidade de cuidados para doentes COVID-19 e não-COVID-19 [Fases de resposta 1, 2 e 3, e de recuperação]


Prevenção e Controlo de Infecção

Propósitos
• Prevenir, limitar e controlar a aquisição de infecções associadas a cuidados de saúde, incluindo doentes, profissionais de saúde, visitantes e empresas prestadoras de serviços;
• Reduzir a transmissão de COVID-19, enquanto doença associada a cuidados de saúde;
• Fortalecer a segurança dos profissionais, doentes e visitantes a Instituições de Saúde;
• Fortalecer a capacidade de uma Instituição de Saúde responder a uma epidemia de COVID-19;
• Reduzir o risco da Instituição de Saúde funcionar como amplificador da epidemia;


Abordagem estratégica
-Avaliação de risco organizacional [Fases de preparação e resposta 1]
-Avaliação de risco individual [Todas as fases]
-Vigilância de infecções associadas aos cuidados de saúde [todas as fases]
-Rastreio de doenças respiratórias [Fase 3]
-Medidas ambientais organizacionais [Todas as fases]
-Medidas Comunitárias [Todas as fases]


Sanidade Internacional

Propósitos
• Atrasar a entrada e a propagação de SARS-CoV-2 em Portugal;
• Identificar precocemente viajantes suspeitos de COVID-19;
• Isolar, gerir e referenciar casos de viajantes doentes com suspeita de COVID-19;
• Iniciar precocemente a Investigação Epidemiológica, com a identificação e rastreio de contactos.


Abordagens Estratégicas
-Plano de contingência nos Pontos de Entrada (PoE) [Todas as fases]
-Viajantes para áreas afectadas [Fases de preparação, de resposta 1 e 2.1]
-Viajantes em trânsito e de chegada de área afectada [Fases de preparação, de resposta 1 e 2]


Medidas de reforço da vigilância à entrada, nos Pontos de Entrada
-Material informativo [Fases de resposta 1 e 2.1]
-Formulário de Saúde Pública de Localização de Passageiro (Passenger Locator Card) [Fases de de resposta 1 e 2.1]
-Declaração Geral da Aeronave nos aeroportos designados [Todas as fases]
-Declaração Marítima de Saúde (portos) [Todas as fases]
-Instalações aeroportuárias [Fases de preparação e fases de resposta 1 e 2.1]
-Rastreio à entrada nos PoE (entry screening) [não contemplado]


Comunicação e Mobilização social
Propósitos
• Garantir uma comunicação eficaz antes, durante e após a emergência de saúde pública e mediante o nível do risco vigente;
• Fornecer à população informações direccionadas para influenciar o seu comportamento e reduzir o tempo necessário para o controlo da emergência;
• Evitar o pânico e o alarme social durante a epidemia de COVID-19;
• Minimizar disrupção social.


Abordagem estratégica

-Comunicação interna [Todas as fases]
-Comunicação externa [Todas as fases]
-Mobilização social [Todas as fases]


Conhecimento e Investigação

Propósitos
• Preparar cenários e modelos para a epidemia em Portugal;
• Identificar os factores de risco individuais e contextuais associados a maior disseminação e gravidade da doença;
• Avaliar a efectividade de medidas de contenção, tratamentos médicos, incluindo potencial uso de vacinas, para a minimização da disseminação e efeito na população.
• identificar e caracterizar o perfil genético associado a maior transmissibilidade e/ou gravidade da doença, a evolução genética do vírus durante a epidemia e a sua circulação em Portugal


Abordagem estratégica

-Cenarização de impacto [Fases de preparação, resposta 1 e 2.1]
-Modelação da epidemia [Fases de resposta 2.2, 3 e recuperação]
-Avaliação dos factores de risco para a infecção entre profissionais de saúde [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Estudo da transmissão em contexto domiciliário [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Estudos dos primeiros casos [Fases de resposta 2.2 e 3.1]
-Estudo dos factores de risco associados a gravidade clínica [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Avaliação da efectividade do tratamento [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Estudo da resposta imunológica em caso de epidemia e no intervalo entre as ondas [Fases de resposta 3 e de recuperação]
-Caracterização genética do vírus em circulação [Fases de resposta 2.2, 3 e de recuperação]
-Avaliação da efectividade das medidas de isolamento [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Avaliação da efectividade da vacinação contra o SARS-CoV-2 (assim que esteja disponível uma vacina)
-Estudo dos conhecimentos, percepções e atitudes da população face à epidemia [Todas as fases]
-Análise dos factores limitadores e facilitadores da resposta dos profissionais de saúde, com enfoque na preparação e resposta [Fases de preparação, resposta 1 e recuperação]
-Estudo da evolução e impacto na mortalidade e morbilidade em Portugal [Fase de recuperação]
-Gestão do conhecimento [Todas as fases]



Formação e Treino
Propósitos
• Capacitar os profissionais de saúde do sistema nacional de saúde, para responder adequadamente aos desafios dinâmicos do COVID-19;
• Fortalecer a preparação e a resposta para emergências de saúde pública;
• Promover o envolvimento dos profissionais na correta actuação, segundo os procedimentos definidos e de acordo com a sua função e área de intervenção


Abordagem estratégica
-Formação de Equipas de Saúde Pública
-Formação dos profissionais de primeira linha
-Formação em gestão clínica de caso
-Formação de profissionais dos Pontos de Entrada (PoE)
-Formação de profissionais de saúde para a colheita, acondicionamento, transporte e manipulação de amostras biológicas para o diagnóstico do SARSCoV-2


Recursos
Propósitos
• Capacitar Portugal com medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos de
proteção individual para apoiar a resposta a COVID-19;
• Desenhar uma estratégia para assegurar os recursos humanos necessários às fases
de preparação, resposta e recuperação de COVID-19.


Abordagem estratégica

– Recursos Humanos
– Reservas de dispositivos médicos, medicamentos e EPI
– Sanidade internacional

sexta-feira, 13 de março de 2020

Pandemia COVID-19

Pela primeira vez na nossa história foi decretado o estado de pandemia mundial derivado com o surto do COVID-19.
Pela situação exposta todas as pessoas devem estar de "quarentena" em suas casas até novas medidas serem informadas!

Todas as escolas estão fechadas até dia 13 de Abril e outros estabelecimentos tem restrições pois só com esta medida preventiva se pode travar o crescimento exponencial deste surto!

Esta é uma luta que tem todos do mesmo lado e só juntos com bom senso a podemos travar.

O risco maior são os mais idosos, mas todos temos de ter a consciência que a todos pode afetar.

Juntos mais uma vez ultrapassaremos esta Pandemia!!!

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

A origem do Padel e seus benefícios!

A origem do padel, que começou por chamar-se “ténis de alto-mar”, remonta a 1890, quando a bordo de navios ingleses os tripulantes jogavam ténis em espaços mais pequenos, durante as travessias do Atlântico. É já nos anos de 1920 que chega a terra e passa a ser jogado nos parques de Nova Iorque, embora seja no México, num hotel em Acapulco, que surge, em 1969, o primeiro campo de padel feito por Enrique Corcuera. Na Europa, a modalidade difundiu-se com a ajuda da realeza espanhola. A componente social e de convívio entre os jogadores é um dos principais atrativos desta modalidade, praticável em todas as idades.
 
15 boas razões para jogar padel
1 - Cuida do coração
Sendo um desporto de esforços intermitentes, existe um aumento da produção de oxigénio e do volume de sangue bombeado pelo coração. Os jogadores começam a cansar-se menos para fazer os mesmos esforços no seu dia a dia. Este aumento da resistência cardiovascular poderá ser um bom antídoto para problemas relacionados com o coração, como os enfartes do miocárdio.
2 - Tonifica os músculos
Os ganhos de força na prática desta modalidade também são evidentes. São vários os músculos trabalhados em simultâneo. Nas pernas, são as coxas e os glúteos os dominantes, devido à constante posição de semiagachamento. No tronco, fortalece-se, principalmente, a parede abdominal e a região lombar.
3 - Melhora a coordenação motora
O jogo requer destreza na combinação de movimentos. A movimentação dos pés, a funcionar paralelamente com a ação dos braços, solicita de forma constante um forte trabalho coordenativo do corpo. O treino de velocidade e agilidade, tão características desta modalidade, promove uma melhor coordenação motora.
4 - Solicita a sua agilidade
Os movimentos dinâmicos, curtos e multidirecionais das jogadas aumentam o desenvolvimento desta capacidade, visto que ela se caracteriza por trocas rápidas de direção, sentido e deslocamento da altura do centro de gravidade. A flexibilidade também é constantemente posta à prova em diferentes momentos do jogo.
5 - Estimula a capacidade de reação
No padel há muitos sprints curtos durante o mesmo ponto de jogo, bem como inúmeras ações explosivas e de alta intensidade. A imprevisibilidade dos ressaltos nas malhas laterais, nos vidros ou na rede é apenas mais um fator que fomenta o desenvolvimento da capacidade de reação e seus reflexos. Quanto mais rápido e mais ágil o jogador for, mais tempo tem para tomar uma decisão eficaz.
6 - Otimiza a atividade neuromuscular
Existem inúmeras tomadas de decisão em cada ponto disputado. A velocidade entre o momento de pensar a jogada e a sua execução é crucial para, atempadamente, processarmos o gesto técnico.
7 - Ajuda a perder peso
A redução de massa gorda e o aumento de massa muscular constituem também uma evidência. De acordo com alguns estudos, numa hora pode gastar-se, aproximadamente, 500 calorias, melhorando o índice de massa corporal.
8 - Atua na prevenção do envelhecimento
Com o avançar da idade e a consequente degeneração física (órgãos, tecidos) e mental, torna-se fundamental a prática de atividade física. O padel pode ser jogado a um nível de intensidade moderado, sem um grande risco para os grupos seniores.
9 - Promove o espírito competitivo e o ‘‘fair play’’
A euforia da vitória e a frustração da derrota fazem-nos sair da rotina e experimentar novas aprendizagens. O facto de dependermos também de um parceiro ensina-nos a lidar melhor com o erro e a sermos mais tolerantes. Uma das características mais positivas é que a competição muitas vezes se torna secundária, prevalecendo a diversão.
10 - Ajuda a reduzir o stresse
O exercício físico ajuda a libertar tensões acumuladas, a descarregar energias e a ganhar autocontrolo. As sensações positivas geradas são muitas e, talvez por isso, quem experimenta jogar padel nunca mais o larga.
11 - Fomenta o convívio e a socialização
O padel é uma modalidade coletiva, jogada a pares. Partir para a ação e iniciar a sua prática irá gerar novas relações sociais e até novas amizades.
12 - Praticável todo o ano
Modalidade habitualmente jogada nos courts ao ar livre, em dias de inverno pode ser praticada em campos indoor. Mais do que o calor intenso, é o vento que pode estragar uma partida. Inúmeros praticantes encontram aqui uma forma de ter atividade física fugindo à monotonia de um treino de ginásio ou de uma modalidade cíclica, como a corrida, por exemplo.
13 - Ajuda a dormir melhor
Como qualquer outra atividade física, o padel cansa. Isto leva a que o corpo tenha necessidade de recuperar devidamente, proporcionando-lhe uma noite com melhor qualidade de sono e um despertar mais relaxado.
14 - Pode prevenir lesões
É fundamental fazer um bom aquecimento prévio, com exercícios gerais e semelhantes aos que vai pôr em prática e, no final de cada jogo, alongar. Como o padel é predominantemente um desporto assimétrico – desenvolve mais um dos lados –, 
torna-se essencial reequilibrar o corpo com um trabalho de reforço dos músculos menos solicitados e com alongamentos do lado que fica mais encurtado. O ombro está sempre em rotação e, por isso, é também uma das articulações que mais lesões sofrem, a par de joelhos, tornozelos e cotovelos.
15 - É para todos
O padel é uma modalidade inclusiva, que pode ser praticada por todos. Desde os mais novos, a partir dos 5 anos, até aos mais velhos, homens e mulheres, com mais ou menos aptidões físicas e/ou desportivas. Existem projetos para orientar pessoas com incapacidades motoras e facilitar todo o processo de aprendizagem ou a prática da modalidade.
 

quinta-feira, 13 de junho de 2019

O que é o Padel?

Meu novo desporto, pois a idade vai pedindo novas ambições fisicas ;)

O Padel é um desporto de raquete, jogado a pares e utilizando raquetes e bolas próprias. O campo é rectangular, totalmente fechado, tem 10 metros de largura por 20 de comprimento e uma rede no meio. Nos topos e em parte das laterais tem uma superfície em vidro ou em alvenaria. A superfície do campo pode ser em relva sintética, alcatifa ou betão poroso. As duas primeiras são as mais habituais.


Na vizinha Espanha, o grande motor de desenvolvimento da modalidade, estima-se que existam mais de 4 milhões de praticantes, não existindo, apesar da crise, sinais de abrandamento. Em Portugal, depois de um início algo discreto, o crescimento nos últimos anos tem sido significativo existindo cerca de 80.000 praticantes, 7000 jogadores e perto de 400 campos espalhados por todo o país.

Principais vantagens do Padel

É difícil encontrar um desporto de equipa que tenha tantos adeptos de ambos os sexos e com uma abrangência etária tão grande (dos 5/6 anos aos 80). Esta é uma das características mais interessantes do desporto, que muitas vezes é jogado em família. A facilidade de aprendizagem é outra das vantagens, sendo possível trocar bolas e disputar pontos desde a primeira experiência. Com o apoio de monitores especializados e jogando com alguma frequência (idealmente duas vezes por semana) pode evoluir-se bastante e num curto espaço de tempo. É um desporto divertido, com muitas trocas de bolas e, por ser jogado a pares, social.

O facto de ser fácil de aprender e poder ser jogado por mulheres e homens de todas as idades não quer dizer que o Padel seja um desporto limitado, quer em termos estratégicos, quer em termos físicos. Num nível competitivo, o Padel é tão exigente fisicamente como outros desportos de raquete e tem uma grande complexidade táctica e estratégica. Para último é importante realçar que a principal razão para o sucesso do Padel é o facto de ser altamente “viciante”. A taxa de retenção dos first timers, ou seja, a percentagem de jogadores que continua a jogar depois da primeira vez é muito alta, superando provavelmente os 80 a 90%.

O que é necessário para começar jogar?

Para começar é preciso ter raquete, bolas, equipamento normal para desporto, um parceiro e uma dupla adversária. A raquete e as bolas podem ser compradas numa loja especializada, numa grande superfície ou numa loja online. Os preços das raquetes oscilam entre os 20 e os 300 Euros. Uma lata de 3 bolas custa cerca de 4 euros e o aluguer do campo cerca de 20 Euros/hora. Depois é preciso escolher um dos campos que existam na tua zona.

De acordo com os dados da FPP existem cerca de 400 campos em Portugal. Na grande Lisboa e no grande Porto situam-se a maioria dos campos embora estejam espalhados por todo o país.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Bicicleta: o que você precisa saber antes de começar a pedalar

Estas a pensar em aderir a uma nova prática desportiva e a eleita da vez foi a bicicleta?
Os benefícios de pedalar são muitos e, além de trazer um excelente condicionamento físico, trabalhar os membros superiores e inferiores e incentivar o desenvolvimento do equilíbrio e da atenção, essa atividade também alivia o estresse mental e pode ser uma excelente alternativa para ter uma rotina mais saudável e relaxada.

Mas, apesar de tantos benefícios oferecidos pela prática, alguns cuidados são necessários para garantir a segurança durante os percursos e evitar lesões. Usar o equipamento de proteção, escolher a bicicleta correta para os seus objetivos e mantê-la ajustada da forma certa para o seu corpo são alguns dos requesitos indispensáveis para começar a pedalar.

Wquipamento
Antes de tudo, é preciso entender qual o equipamento que será usado. Existem diferentes modelos de bicicleta e cada um deles possui especificações que podem mudar de acordo com o objetivo e o terreno, como, por exemplo, o pneu, material e o peso da bike.
O capacete é indispensável durante a pedalada, pois a segurança é muito importante para o ciclista, que fica exposto à quedas e acidentes durante a prática. As luvas também pode ser uma boa aquisição, pois ajuda a controlar o suor das mãos e a evitar calosidades que surgem pelo movimento de segurar o guiador. Outro equipamento que auxilia no desempenho são os sapatos de encaixe de ciclismo, que é indicada, principalmente, para longas pedaladas e provas, pois ajuda a aumentar a performance e a segurança por dar maior estabilidade ao pé.
Usar um óculos para proteger os olhos de poeira, insetos e outras partículas que podem prejudicar a visão também é muito importante. Para pedalar à noite, os equipamentos de sinalização são itens obrigatórios, por isso é preciso utilizar as luzes de segurança, roupas e coletes refletores e luzes adequadas.

Fortalecimento corporal
Apesar de não ser um Desporte com tanto impacto, é importante fortalecer os músculos mais utilizados no ciclismo para evitar dores e lesões.

De olho nas lesões

Para evitar lesões graves, é essencial encontrar a postura certa na bike, em que a altura, a posição do guiador e dos pedais estejam corretos para o corpo e façam com que o ciclista se sinta confortável durante a prática.

“A maneira de se posicionar na bicicleta varia de acordo com a pessoa e o equipamento escolhido, porém é indicado perceber se a distância do braço até o guiador está boa, se não precisa se esticar muito para alcançá-lo. Também é preciso notar se o joelho está muito próximo da parte da frente da bike, pois isso é um sinal de que ela é pequena para o ciclista. Outro ponto é observar se a perna não está muito esticada durante a pedalada, porque isso mostra que o banco está muito alto”.
Os alongamentos e o aquecimento também são grandes aliados dos atletas.

“A síndrome de piriforme atinge muitos ciclistas e demanda atenção para que seja  tratada e não cause dores ao atleta. Ela ocorre quando o músculo piriforme, que fica na região que vai do sacro ao fêmur, é sobrecarregado e desenvolve uma inflamação. Como o nervo ciático fica próximo a ele, o tendão acaba comprimindo-o e deixando toda a área dorida. O fortalecimento da região e o alongamento após a prática são essenciais para evitar que essa situação ocorra.

Começando com segurança

Pronta para pedalar? A dica na hora de iniciar a prática é começar aos poucos para ganhar "intimidade" com o desporto e não ultrapassar os limites do corpo. “O que faz com que a pessoa melhore na bike é a frequência com que ela pedala e não sair por aí em um ritmo absurdo que vai exaurir o organismo.

Outra dica antes de iniciar a pedalada é passar por um check-up para ter certeza que tudo está bem no corpo e também por um acompanhamento nutricional.

Boas Pedaladas!!!

 

sábado, 26 de janeiro de 2019

Ciclismo faz parte da minha vida!

Ciclismo é um desporto de corrida de bicicleta cujo objetivo dos participantes é chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso no menor tempo possível.
Foi na Inglaterra, em meados do século XIX, que o ciclismo iniciou-se como desporto, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades. O ciclismo é regido por diversas regras. Geralmente enquadra-se em quatro categorias: provas em estradas, provas em pistas, provas de montanha (Mountain Bike) e BMX e é praticado com diversos tipos e modelos de bicicletas.
No Mountain Bike existem várias categorias que são divididas em mais ou menos radicais, e são elas: cross country, em todo o tipo de terreno, de preferência no monte, seja a subir, plano ou a descer; o Free Ride, com um andamento mais extremo em que se dá preferência a saltos e descidas; o down hill, que é a versão mais extrema e perigosa do MTB que consiste somente em descer, normalmente a velocidades altas, sendo este praticado tanto no monte ou em cidade (o chamado downhill urbano ou DHU).
Em Lisboa, o mais famoso evento desta disciplina é o Lisboa Down Town que se realiza anualmente em Maio e que consiste na descida da encosta do Castelo de São Jorge até ao arco da Red Bull.
Em termos de saúde, o ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, ideal para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treino aplicado. Desenvolve o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo ainda indicado por médicos especialistas como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas.
O mundo moderno inventou também o ciclismo estático, ou seja, a prática do ciclismo em bicicletas ergométricas e em locais fechados, casa, ginasio, etc, um exercício aeróbico alternativo e seguro ideal para indivíduos que desejam maior segurança, sustentação e facilidade de manejo do que o ciclismo de estrada ou de pista.
O ciclismo estático é indicado para pessoas que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna e que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos
O Ciclismo surgiu a partir de 1890.
Entre 1890 e 1900 nasceram grandes provas, que ao longo dos anos se tornaram clássicos, alguns ainda existem hoje como o Liège-Bastogne-Liège.
Em 1891 acontece a primeira grande prova de Audax, ou "Randonneurs", entre Paris e Brest (na França), ida e volta, num total de 1200Kms. A prova é a mais tradicional do ciclismo mundial e não tem caráter competitivo. Os participantes correm contra o tempo, com diversas regras, para chegar ao final em uma longa prova de logística e superação. Atualmente, para poder participar dos 1200Kms, o ciclista deve conseguir realizar num mesmo ano, as provas de 200, 300, 400 e 600Kms, ganhando o chamado "brevet" para realizar o 1200Kms. No Brasil essa prova é realizada desde 2003 com autorização do Audax Club Parisien.
Em 1893 foi feito o primeiro Campeonato (CM) Mundial, com provas de sprints e meio fundo, exclusivamente para os corredores amadores do mundo.
 
Hoje faz parte da minha vida e em boa hora, pois o peso e a minha "sanidade mental", estava em causa e com este desporto ganhei novamente espirito de competição e ganhei amizades que disfrutam do mesmo prazer, sendo que no topo de tudo a Saúde e a confraternização durante as voltas de bicicleta é de longe a mais alto beneficio que tiramos deste tipo de desporto, pois em questões de ausência familiar e um desporto muito exigente, mas que todos o compreendem...!