quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

RGPD - Regulamento de Proteção de Dados



A entrada em vigor do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) está à porta e as empresas têm que preparar-se para estarem em conformidade com a nova lei, sob pena de sofrerem pesadas multas.
 
Como preparar a implementação do RGPD - Regulamento Geral de Proteção de Dados
O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) entra em vigor a 25 de Maio de 2018, com o intuito de tornar as leis da União Europeia (UE) mais homogéneas, em termos do tratamento e processamento de dados dos cidadãos. Mas as novas normas repercutem-se em todo o mundo, já que mesmo as empresas de fora da UE terão que respeitar o RGPD, desde que lidem com dados de cidadãos europeus.
Um dos pontos essenciais do novo Regulamento é o reforço da segurança e da privacidade dos dados pessoais dos cidadãos que estejam em posse das empresas. As novas normas determinam medidas rigorosas quanto à origem, armazenamento, tratamento e acesso a esse tipo de informação. Muitas empresas terão, assim, que reposicionar toda a sua estrutura de Tecnologias de Informação (TI), no sentido de implementarem arquiteturas de segurança informática e de tratamento de dados muito mais eficientes.
E se os gestores estão já a fazer contas à vida ao investimento que será necessário fazer, convém contabilizar, nesse cálculo, as duras sanções previstas para quem não estiver em conformidade com o RGPD. Quem não cumprir as normas fundamentais arrisca multas que podem chegar aos 20 milhões de euros, no caso das grandes empresas. Mas mesmo as mais pequenas têm que se preparar para a nova Lei, já que o RGPD prevê a responsabilização por danos provocados devido ao incumprimento, nomeadamente quando dados de cidadãos sejam “violados”.
Reportar falhas de segurança num prazo de 72 horas
Um dos pontos relevantes do RGPD é o facto de obrigar as empresas e organizações a reportarem falhas de segurança num prazo de 72 horas, após as terem detetado. Isto significa muito pouco tempo para recolher toda a informação necessária, nomeadamente a extensão da falha e o tipo e a quantidade de dados afetados. Reforça-se, desta forma, a importância de manter total transparência e visibilidade de processos, em toda a infraestrutura de TI, desde a cloud a endpoints, passando pelo software-as-a-service.
Neste ponto, surge também realçada a necessidade de implementar sistemas Data Loss Prevention e de Cifra eficientes, de modo a detetar e/ou impedir falhas e acidentes atempadamente. A deteção precoce é fundamental e pode até evitar a necessidade de reportar falhas, se estas forem sinalizadas numa fase inicial, antes que quaisquer dados sejam comprometidos. Estamos a falar, portanto, de poupar tempo e dinheiro.
Além do report do incidente, é preciso definir procedimentos de atuação detalhados para conter o problema e resolvê-lo, bem como seguir medidas preventivas para melhorar a segurança informática. Tudo isto requer das empresas um tempo de resposta muito eficiente perante ameaças e, logo, infraestruturas de TI resilientes e com alta disponibilidade.
Começar com um "cadastro limpo"
Na preparação para a entrada em vigor do RGPD, as empresas devem começar por averiguar e detalhar os dados pessoais dos clientes que estão em sua posse, determinando a sua procedência, onde estão armazenados e para que fins são usados. Importa, particularmente, perceber se alguns desses dados terão já sido "violados" e procurar detetar as falhas de segurança que podem ter levado a isso. E urge resolver eventuais problemas de modo a começar a era do RGPD com um "cadastro limpo".
As empresas devem detalhar já todos os processos de conformidade com o RGPD, nomeadamente para definir e testar antecipadamente a forma como vai ser aplicado o Regulamento. Estes passos serão fundamentais para poder cumprir as novas exigências, especialmente quanto aos novos direitos dos cidadãos de cujos dados as empresas sejam "guardiãs". Entre esses estão o direito ao "esquecimento" - quando um cidadão solicitar, a sua informação tem que ser removida ou apagada da base de dados no prazo de um mês - e o direito de portabilidade - o titular de dados pode solicitar que estes sejam transferidos de uma entidade para uma terceira, sem pagar nada por isso.
"Privacy by Design"
Outro ponto fundamental do RGPD é o consentimento dos titulares dos dados. Muitas empresas serão obrigadas a reverem as suas políticas de privacidade, já que o RGPD exige que o consentimento do titular dos dados seja definido claramente, de forma oral ou escrita, para o fim concreto a que esses dados se destinam. As transmissões de dados de clientes entre empresas terão que respeitar a mesma regra, exigindo o consentimento explícito da pessoa envolvida.
As empresas terão, igualmente, que garantir que "por defeito" só serão tratados e armazenados os dados pessoais estritamente necessários para as operações consentidas. É a chamada "Privacy by Default" ou "Data Minimization".
A filosofia empresarial deve, deste modo, mover-se pelo conceito da "Privacy by Design", com toda a engrenagem de armazenamento e tratamento de dados pessoais a ser desenhada em total transparência e clareza. Assim se garantirá que não há falhas na conformidade com o RGPD e se conseguirá testemunhar a accountability da empresa, ou seja, a prova de cumprimento das normas.
Encarregado de Proteção de Dados
As entidades ou organismos públicos, bem como as empresas que lidam com dados pessoais considerados sensíveis ou em grande escala, têm que nomear um Encarregado de Proteção de Dados (Data Protection Officer). Mas esta medida também deve ser aplicada nas demais empresas, para garantir que todos os esforços são cumpridos no sentido da conformidade com o RGPD.
O que é essencial é que as organizações estejam absolutamente cientes da sua realidade interna e do que devem fazer para cumprir a lei. Começar por uma auditoria de segurança e procurar profissionais conhecedores das condições legais determinadas pelo RGPD e, em particular, dos aspetos técnicos a considerar para as implementar, é o melhor caminho.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Como resolver a equação da Cloud?

Todos os dias ouvimos os clientes dizer:
“Queremos tornar o nosso negócio mais competitivo”.

É com esta ideia base que os Parceiros de TI são desafiados, de uma forma transversal, nas amplas discussões que têm com os seus clientes, e onde invariavelmente o tema Cloud está presente.

Ao longo dos últimos anos temos observado um investimento respeitável por parte dos principais players Cloud, como é o exemplo da Microsoft, através do Azure, e, por outro lado, inúmeras abordagens e tentativas de adoção da Cloud, nem sempre bem-sucedidas.

As razões são diversas, podendo incluir situações onde não é possível encontrar um modelo de rentabilidade comprovada; dificuldade em transformar a aplicação em serviço; incapacidade de entrega e/ou suporte; focar na componente técnica sem acautelar a gestão de mudança ou a importância de um plano de negócio fundamentado numa estratégia de transformação.

Desde há 3 anos, em Portugal, que a Crayon está estrategicamente focada em ajudar os seus Parceiros a suportarem os seus Clientes no caminho para a Cloud através da transformação e desenvolvimento do seu negócio, e tirando partido da Cloud para criar novos e melhores serviços para os seus clientes.

Ajudamos os nossos Parceiros a:
  • Compreender como desenvolver os seus próprios serviços tirando partido das capacidades e serviços disponíveis na Cloud

  • Modernizar a infraestrutura de IT e arquitetura aplicacional

  • Pensar nos custos de operação como uma vantagem competitiva em relação ao investimento

  • Criar uma experiência fácil de deployment para a Cloud

  • Demonstrar confiança para começar a jornada na Cloud

 De uma forma macro, a fórmula para o sucesso pode ser encarada como uma equação de diversas variáveis, que se podem categorizar em Soluções, Economia, Suporte e Licenciamento. A Crayon desenvolveu uma metodologia própria precisamente para ajudar os seus Parceiros a endereçar estas 4 categorias em detalhe.

   
http://www.itchannel.pt/e_pub/2017/Crayon_47/simbolo1.gif
 
   Soluções
 
Diagrama para ajudar a implementar diversos workloads em Azure.
http://www.itchannel.pt/e_pub/2017/Crayon_47/simbolo2.gif
 
   Economia
 
Estrutura, relatórios e processos para otimizar o consumo na Cloud, ganhar maior compreensão e melhor gestão do negócio Cloud
http://www.itchannel.pt/e_pub/2017/Crayon_47/simbolo3.gif
 
   Suporte
 
Estrutura com conhecimento adequado para suportar os serviços Cloud em níveis de velocidade de resposta diferentes, incluindo deployment e gestão.
http://www.itchannel.pt/e_pub/2017/Crayon_47/simbolo4.gif
 
   Licenciamento
 
Apoio à decisão sobre a rentabilidade nos programas Microsoft. Portal de gestão e aprovisionamento de serviços.


Com a nossa experiência e metodologia, ajudamos a tornar este caminho muito mais fácil.
 
Texto Retirado da IOT CHANNEL.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Pode-se pisar o traço contínuo para ultrapassar um Ciclista?

recente reformulação do Código da Estrada (CE) que atribuiu maiores proteções aos ciclistas trouxe consigo uma medida essencial na forma do espaço obrigatório que os condutores devem deixar lateralmente aos ciclistas sempre que estiverem a ultrapassá-los – 1,5 metros.

Esta é a distância lateral mínima que os condutores de veículos automóveis têm de deixar para um velocípede, sob risco de poder causar potencial situação de acidente. O mesmo é válido caso estejam dois ciclistas a par, sendo esse o número máximo permitido para que circulem lado a lado.
Mas, uma das questões que mais se tem ouvido em relação às ultrapassagens a ciclistas prende-se com a condição de rodar atrás de um ciclista numa subida íngreme em que a faixa de rodagem tenha um traço contínuo a delimitar as duas vias: é possível pisar o traço contínuo, que, já se sabe, é estritamente proibido pelo CE em qualquer circunstância, para evitar problemas no fluxo do tráfego?
A questão ganha maior pertinência quando se sabe que em Espanha, ainda que a mesma medida de distância lateral (1,5 metros) tenha de ser observada pelo condutor no momento de ultrapassar um (ou dois ciclistas, quando lado a lado), há a possibilidade de pisar um traço contínuo desde que tal não represente um perigo acrescido.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Tranformação Digital, e como a tecnologia nos pode ajudar!

Transformação Digital é sobre como usar a tecnologia para melhorar a experiência dos clientes, aumentar a eficiência dos colaboradores e acelerar a tomada de decisões





Ao transformar a sua empresa desta forma, terá uma experiência de colaboração sem precedentes. Operações mais simples, mais ágeis e inovadoras em todos os processos de negócio. Ao mesmo tempo, melhorará drasticamente os resultados da sua empresa através de modelos mais efectivos e maior rentabilidade.
 
A transformação digital começa com uma estratégia
Primeiro, é preciso uma estratégia claramente definida para alavancar as oportunidades que as novas tecnologias apresentam. Quando questionados, os utilizadores empresariais identificam as seguintes prioridades na definição da estratégia:
 
1.     Melhorar a experiência do cliente
2.     Aumentar a eficiência dos colaboradores
3.     Incentivar a inovação
4.     Acelerar a tomada de decisão
5.     Transformar o negócio Para fazer a transformação digital, as empresas devem repensar as ferramentas digitais que usam - e como as utilizam para incentivar a colaboração e a inovação.
 
4 passos para desenvolver uma estratégia de transformação digital
1. Interligue todo o seu ecossistema para suportar o mundo digital de amanhã
A Internet das Coisas (IoT) está a chegar, e com isso, um tsunami de requisitos e pedidos na sua rede empresarial. Para se preparar, um dos objectivos mais valiosos de uma transformação digital é ligar pessoas, processos e coisas - tanto dentro como fora da empresa. Crie parcerias estratégicas fortes e um ecossistema para suportar todos os utilizadores - incluindo colaboradores, fornecedores, contratados, clientes e seus dispositivos. Depois, garanta alta disponibilidade, com uma rede de alta capacidade, segura e inteligente. A Alcatel-Lucent Enterprise (ALE), com uma oferta direccionada para o IoT, assegura que qualquer dispositivo, máquina ou sensor da sua empresa, se liguem à rede de dados LAN (OmniSwitch) e WLAN (OmniAccess Stellar), de forma segura, com equipamentos simples ou do tipo industrial, usufruindo de protocolos de alta convergência com segmentação de serviços (SPB-M), alimentação energética de elevada capacidade (High PoE 95W) e capacidade para monitorização e controlo de dispositivos e aplicações, recorrendo à solução centralizada de gestão OmniVista 2500 NMS.
 
2. Implemente analítica para automatizar, compreender e poupar
Ao extrair e analisar a grande quantidade de dados disponíveis, poderá obter informações valiosas sobre a sua empresa. A estratégia para melhorar o desempenho, implementar actualizações e tomar decisões de infra-estrutura, pode ser baseada em informação em tempo real da sua empresa. Tudo gerido através de um único ponto de controlo. Na ALE, através da componente de analítica avançada que incorpora nas soluções de LAN (OmniSwitch), WLAN (OmniAccess Stellar) e Gestão (OmniVista 2500), permite visualizar e controlar todas as aplicações que circulam na sua rede, sem recurso a equipamentos e soluções externas.
Com inteligência embutida nos equipamentos, através de centenas de assinaturas de aplicações (DPI Inspection), poderá visualizar, controlar e gerir de forma centralizada toda essa informação, com acesso a relatórios granulares por aplicação, dispositivo ou utilizador, que lhe permitirão em tempo real, conhecer o estado de toda a informação que circula na sua rede, como também prever pontos de rotura ou viragem no tempo, devido à introdução e crescimento de carga e novas aplicações na sua rede.
 
3. Avalie novos modelos de negócio
Os serviços de comunicação já não dependem apenas de equipamentos que se instalam fisicamente nas empresas. A forma como as empresas consomem este tipo de serviços, tem sofrido grandes transformações com o aparecimento de novos modelos de negócio baseados em soluções Cloud e Cloud Híbrida. Estes novos modelos baseiam-se em software freemium e serviços a pedido, como sejam: plataformas de comunicação como serviço (CPaaS) ou comunicações unificadas como serviço (UCaaS).
Estes modelos têm custos inferiores, são mais flexíveis e simples de gerir do que os sistemas tradicionais. Podem não dar resposta a todas as necessidades de todas as empresas, mas não podemos negar que o freemium e serviços a pedido estão a ganhar força. A ALE tem adaptado a sua oferta para que as empresas possam beneficiar destes novos modelos de negócio, não esquecendo a protecção do investimento realizado pelos seus clientes. A plataforma Alcatel-Lucent RainbowTM, com base em modelos de subscrição mensal ou anual, para optimização de custos e flexibilidade, é a solução perfeita.
 
4. Considere a evolução para uma única plataforma
A coexistência de múltiplos ecossistemas é um cenário possível, mas um dos principais objectivos de uma transformação digital é conseguir suportar a sua infra-estrutura de comunicações numa única plataforma. Seja baseada nas instalações da empresa, híbrida ou na nuvem, esta plataforma deve suportar os serviços de comunicação e colaboração de toda a sua empresa, incluindo a interacção com os seus parceiros e clientes. A aproximação da ALE passa pela disponibilização de uma estratégia de Cloud Híbrida. No centro desta estratégia encontra-se a nossa plataforma Alcatel-Lucent RainbowTM, complementada pelos sistemas de comunicação OmniPCX Enterprise e OXO Connect.
Texto retirado IT Channel

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

" A felicidade só é verdadeira quando compartilhada " 45 anos de vida!


  • Publicado em 9 de maio de 2017, por Matheus de Souza – jovem de 28 anos

“Parte deste texto não é meu mas revejo-me nele com todas as suas palavras, adaptando á minha visão á minha opinião e á minha vivência, pois então aqui a compartilho.

Hoje dia 04 de Dezembro, eu completo 45 anos de idade, e deveria ter tido a sapiência para ter escrito este texto 15 anos mais cedo, mas como aprendemos todos os dias e com todos, sejam os mais novos como os meus filhos sejam os mais velhos Pais, Tios e Avôs.

Ao contrário da maioria das pessoas, estou feliz em ficar mais velho, ou nem tanto ;), mas vejo que tudo e muito mais ainda tenho por fazer e este é um excelente indicativo da minha vontade de viver, de aprender e partilhar a minha vida com a minha familia, a que nasci e aquela que com Deus e com a minha linda esposa, tenho a felicidade viver, de partilhar, de experenciar, de aprender e de contruir.
" A felicidade só é verdadeira quando compartilhada ". A frase é originalmente atribuída a Henry David Thoreau.

Melhor do que aprender com os próprios erros é aprender com os dos outros, aprender com a própria vida. Ao longo dos anos, aprendi muito sobre a vida das mais variadas formas: através de professores, escritores, familiares, amigos e ilustres desconhecidos.
O que vou apresentar em abaixo é uma lista com 28 das coisas que o Matheus partilhou como sendo as mais importantes que aprendeu com outras pessoas. E eu transcrevo na integra pois é uma realidade e sou totalmente de acordo.
1 - Seja grato
Um "obrigado" no momento certo tem seu valor. Fará bem para todas as partes.
2 - Não reclame
Reclamar é a maior perda de tempo que existe. Ou faça algo para resolver o problema ou cale-se.
3 - Aprenda todos os dias
Você deve treinar seu cérebro todos os dias. E isso não significa que você precise ler um livro por dia. Aprenda com seus erros. Aprenda com as pessoas ao seu redor. Esteja sempre com a mente aberta.
4 - Não julgue
Isso vale pra tudo, mas, o principal ensinamento é: se uma pessoa tem uma opinião contrária a sua não significa que a dela seja errada.
5 - Desfrute as pequenas coisas da vida
Eu curto um bom e velho clichê. Por que? Eles são verdadeiros! Especialmente este: todo mundo sabe o bem que desfrutar as pequenas coisas da vida faz, mas ninguém faz jus ao significado da frase.
6 - Evite pessoas e situações negativas
Tem uma frase muito famosa, de Jim Rohn, que diz que "somos a média das cinco pessoas com quem passamos mais tempo".
7 - Passe mais tempo com as pessoas que ama
Vivemos numa sociedade que passa mais tempo no trabalho do que com as pessoas que ama. Então, quando estiver na ronha, visite seus pais, faça um passeio com seu cônjuge, aproveite seu tempo livre com sua família e seus amigos.
8 - Não comece um relacionamento se você não estiver apaixonado
Essa eu aprendi cedo. Pouco antes de completar 22 anos comecei a namorar minha esposa, e ela foi sempre a minha namorada , dentre outros casos este foi o relacionamento, sempre foi a pessoa que eu tinha como porto de abrigo e amiga, e tudo foi facil quando passamos para o passo seguinte, o passo da minha vida, foi o melhor que fiz na minha vida.
Antes disso, tive alguns namoricos de escola, mas nenhum relacionamento verdadeiro.
9 - Seja você mesmo
Não desista dos seus sonhos ou ideias por mais malucas que sejam. Tenha sede, tenha fome, seja um tolo. Não desista de si mesmo. Ninguém vai agarrar pela mão e te levar até a realização do teu sonho.
10 - Ame as pessoas e use as coisas — porque o oposto nunca funciona
Essa eu aprendi com Os Minimalistas. Pergunte-se por que você possui as coisas que possui, o que elas acrescentam à sua vida e se você pode viver tranquilamente sem elas.
11 - É preciso saber a hora de sair
Se fala muito sobre persistir num objetivo para se ter sucesso. Mas, também é necessário entender quando isso não o levará a lugar algum.
12 - Tenha um hobby
Ter um hobby traz felicidade e enriquece nossas vidas. Isso nos dá algo divertido para fazermos com o nosso tempo livre, além da oportunidade de melhorarmos nossas habilidades, eu adoro ir ao cinema e andar de bicicleta com os amigos, alêm de viajar / passear com a minha falimia, alias eu apenas preciso deles para estar bem em qualquer lugar.
13 - Não espere pelos políticos — seja você a mudança
Aos 18 anos eu era um daqueles adolescentes de esquerda que sonhava com um Portugalmelhor e aguardava ansiosamente um(a) salvador(a) da pátria. O tempo passou. Nem salvador, nem salvadora. O país entrou num mar de lama, houve uma polarização entre direita e esquerda — por mais que todos estejam no mesmo barco — e as redes sociais inflaram o ódio contra quem tem uma opinião contrária à sua. O que eu aprendi? Que a tão sonhada mudança depende de como vivemos nossas vidas, e aqui decedi por mãos á luta e com o PS de Alcochete, participei e fiz Aconteçer no dia 01/10/2017, contra tudo e conta todos mas por um bem melhor a minha Terra a minha Alcochete.
14 - Empatia é a habilidade mais importante que você deve ter
Dentre todas as habilidades “praticáveis“, a empatia com certeza é a mais importante. Ela vai te levar a um maior sucesso profissional e pessoal, além de torná-lo mais feliz enquanto a pratica, esta sempre foi uma das minhas armas, mas o estar sempre disponivel e sempre muito focado nos objectivos têm me permitido nestes anos estar muito bem no que faço e como faço e a minha empresa, EATON o reconheçe.
15 - Durma cedo e acorde cedo
Não esqueça que nosso corpo é uma máquina, e eu sempre que posso faço isto, pois adoro o primeiro sono e adoro acordar cedo, desde sempre. 
16 - Reputação se conquista
Reputação é algo externo. O caráter é o equivalente interno. Portanto, sempre dê atenção ao seu caráter. Não a sua reputação — que é, basicamente, a percepção que os outros têm de você. Então, se você quer construir uma boa reputação, faça um bom trabalho e garanta que as outras pessoas saibam disso, seja voce mesmo, seja sempre fiel aos seus pensamentos e ideais, pois os mesmos não tem preço.
17 - Não existe momento certo — corra alguns riscos
Eu não sei como são vocês, mas eu sou o tipo de pessoa que, na maioria esmagadora das vezes, espera o momento certo para agir, sou impulsivo. Uns chamam de planeamento e organização. Ok. Sem problemas. O grande problema aqui está em pensar e organizar demais e nunca agir. Ou, pior: apenas sonhar e não fazer nem uma coisa, nem outra, eu sou dos que falo e faço, as vezes mal, mas as vezes aconteçe bem, no fim ao dia de hoje não me posso queixar pois até para ter a minha familia tive de "lutar", muito por ela mas sinto me honrado e feliz do que fiz / fizemos minha Kara Metade.
18 - Abrace as mudanças
Às vezes, uma mudança pode parecer boa, enquanto outras vezes pode parecer prejudicial. A coisa mais importante a lembrar é que a mudança não é necessariamente boa ou má; Apenas é. Não importa o tipo de mudança que ocorra, nós, seres humanos, temos uma capacidade de adaptação sensacional, aqui o meu maior risco, calculado mas não deixando de ser risco foi procurar trabalho fora de Alcochete, em bom tempo o fiz bem aconselhado pela minha Kara Metade, e se o tivesse feito mais cedo, bom não sei mas acho que ainda seria melhor.
19 - Não se importe com o que as pessoas pensam
A vida é curta demais e todos nós morreremos no final. Não perca seu tempo tentando agradar os outros, esta eu faço de agrado não papo grupos, nunca o fiz e á minha mesa só se senta quem eu quero.
20 - Dê sem esperar algo em troca
Não ofereça algo esperando um favor em troca. Isso o tornará uma pessoa amarga. Seja genuíno em suas ações.
21 - Não culpe as pessoas
Ao invés de apontar o dedo, ofereça ajuda. Você também é suscetível ao erro, aqui tenho muito a melhorar não é minha linda esposa J
22 - Confie em si mesmo
Alcançar um objetivo é uma das melhores sensações do mundo.
23 - Crie algo
Sempre me preocupei em deixar um legado, mas hoje vejo que nossas criações são mais que isso. Escreva um livro, faça música, construa um móvel, qualquer coisa. Você vai se sentir bem com isso e contribuir de alguma maneira com a sociedade.
24 - Tome uma atitude
Sabe aquele negócio de não reclamar? Faça algo. Mude sua realidade.
25 - Fique confortável em estar desconfortável
Trabalho, relacionamentos, desafios. Nossa vida é cheia de situações desconfortáveis. Se acostume.
26 - Escolha uma profissão, não um trabalho
Se você quer ser bom em algo, se foque nisso. Mudar de mercado de trabalho de tempos em tempos não o fará excelente em alguma coisa, mas pode ajudar a melhorar sua actividade e encontrar o que procura. Nestes novos temos já não existe o denominado trabalho de uma vida como foi nos tempos meus Pais e Avós.
27 - Faça exercícios físicos
Exercícios fazem bem para o corpo e para a mente. Pratique-os sem moderação! E Sempre que possivél!!!
28 - Dinheiro não é importante
Hoje vejo que as experiências são mais valiosas do que os bens materiais, mas que ele “dinheiro”, ajuda é uma verdade, mas não é tudo nem de longe...mas repito e precisamos dele nesta sociedade de consumo, embora a maior felecidade encontro no sorriso dos meus filhos miha mulher, pois apesar de eu ser e ter sempre a cara fechada em casa, eu não vivo sem os seus sorrisos, pois alimentam  a minha vida.
Espero reduzir nos proximos anos esta lista de 28, para apenas uma, espero que a vida e a minha vivência nela se encarregue de o fazer pois eu vou continuar a fazer por ela.
Viver (viajar, partilhar, sonhar, realizar, ...FAMILIA) e SER Feliz sempre ao lado dos MEUS.
Sejam todos Felizes!!!!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A sua equipa responde com “nós” ou foca-se no “eu”?

Os membros do seu departamento estão em modo “nós” ou adotaram a postura “eu”? O trabalho em equipa é valorizado ou é a parte individual que prevalece? São três os grandes indicadores a que deve estar a atento.
Um líder eficaz tem de ser capaz de construir e de conduzir uma equipa. Tal aplica-se se receber um grupo de trabalho já formado para liderar ou se estiver a constituir um do zero. Claro que a formação de uma equipa começa pelo relacionamento que tem com as pessoas que são, ou vão ser, o seu grupo de trabalho. Cada um dos membros precisa de saber que os valoriza e que são importantes para si. Afinal, porque outro motivo haveriam de querer seguir a sua liderança e optar por pertencerem à sua equipa?
Se, como líder, deseja obter o melhor dos seus colaboradores, tem de encontrar uma maneira de os ajudar a seguirem a sua visão enquanto alimenta as suas paixões e aspirações, para que possam escolher a sua visão como sendo a deles. Mas estabelecer um compromisso com um objetivo não é suficiente para assegurar que haja um verdadeiro trabalho de equipa. Infelizmente, a simples existência de membros extremamente inteligentes e capazes numa equipa não se traduz automaticamente num grupo extremamente capaz. E embora o senso de responsabilidade partilhada possa ser um bom sinal – de que vai haver trabalho em equipa, não é garantia de que tal aconteça.
Para que a sua equipa se torne num grupo com elevado desempenho, os membros individuais devem estar dispostos a deixar de lado o “eu” em prol do “nós”. Ser membro de uma equipa significa não só que o indivíduo está empenhado numa visão comum, mas que cada pessoa acredita ser importante a contribuição, o sucesso e a satisfação de todos.
Então, como sabe se conduziu a sua equipa com sucesso na mudança do “eu” para o “nós”? Seguem-se três sinais a que deve estar atento:
1 - O progresso da equipa é mais importante que a opinião, preferências ou mérito individuais. Neste âmbito, há questões a que o líder tem de saber responder. Os membros do seu grupo de trabalho estão a competir por uma posição ou a fazer lobby para garantir que prevalecem os seus pontos de vista? Ou estão realmente a ouvir as ideias dos colegas e a procurar o melhor caminho a seguir?
Os seus colaboradores medem o sucesso individual ao provarem que as ideias deles ou abordagem é que estão certas, mesmo à custa do progresso conjunto? Ou estão dispostos a abrir mão dos seus conceitos tempo suficiente para poderem ter em conta e analisar as ideias dos colegas? O crédito/mérito individual é apercebido como sendo mais importante que o progresso do grupo e seguir em frente? 
2 - Todos comemoram o sucesso de um dos membros. Quando o desempenho de um colaborador se destaca, o resto do grupo mostra reconhecimento e sente orgulho, havendo um senso de responsabilidade de manter a fasquia elevada.
As equipas com uma performance superior criam muitas vezes as condições para as demonstrações de excelência individual. Aqui a questão é, quando um indivíduo brilha, vê a situação como uma oportunidade de se distinguir do resto dos colegas ou como uma forma de ser um líder no sucesso do grupo? E a altura em que um dos colaboradores se destaca desperta orgulho em todos ou é motivo de inveja, ou leva até os restantes a menosprezarem o seu desempenho?
3 - O stress une a equipa em vez de a separar. Se quiser ter uma ideia de até que ponto os seus colaboradores trabalham em equipa, a melhor altura para os observar é quando estão sob stress (quer seja motivado por circunstâncias inesperadas, por restrições externas, consequências de um erro ou mesmo uma ameaça de fracasso).
Quando o stress aumenta, o que acontece ao trabalho em equipa? Aponta-se o dedo e distribui-se culpas? Ou há o assumir das questões e o perdão? Os colaboradores estão focados no que aconteceu e nos motivos? Ou será que deixam rapidamente o passado para trás e começam a trabalhar em corrigir a rota e em alcançar o resultado pretendido, apesar das circunstâncias ou de ter havido uma quebra? As circunstâncias difíceis colocam a sua equipa numa espiral descendente? Ou será que o desafio serve para os unir e leva-os a trabalhar em conjunto?
Analisados estes indicadores, está a conseguir conduzir a sua equipa para o percurso pretendido? E qual o grau de confiança que suscita nos seus colaboradores – experimente fazer o survey “Inspira confiança nos outros?”.
 
Fonte: TalentSpace