sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O que leva os melhores funcionários a virar costas? São 7 os grandes motivos

Para conseguir que a sua empresa seja a melhor deve primeiro conquistar (i.e., manter) os seus melhores colaboradores.
Perder um bom funcionário é terrível. Há a despesa da procura de um substituto, da sua formação e integração; há a incerteza – se o novo colaborador vai encontrar o seu espaço; e há as dificuldades enfrentadas pelo resto da equipa até a posição ser preenchida. Por vezes há um motivo sólido para a saída – a pessoa não se enquadrava com os restantes colegas, ou saiu da empresa por razões pessoais, ou teve uma oportunidade irrecusável. Nestes casos, mesmo que seja uma transição difícil, é algo que acontece. Mas, e quanto ao resto das saídas? Um bom começo é tentar entender o que leva as pessoas a bater com a porta. São sete os principais motivos:
1 - Estagnação
Ninguém quer pensar que está preso a uma rotina em que, nos próximos 10 ou 20 anos, vai para o mesmo lugar e fazer a mesma coisa todos os dias. As pessoas querem sentir que estão a avançar e a crescer na sua vida profissional. Querem ter algo a que possam aspirar. E se a organização em que estão não proporciona nenhuma forma de avançar na carreira ou uma estrutura para progredir, sabem que será necessário procurá-la noutro lugar. Nesse meio tempo, são mais propensos a sentirem-se desmotivados, infelizes e ressentidos – o que afeta o desempenho e a motivação de toda a equipa.
2 - Excesso de trabalho
A maioria das posições acarreta alguns períodos de stress, bem como a sensação de estar sobrecarregado. Mas nada queima os colaboradores mais rápido que o excesso de trabalho. E muitas vezes são os melhores funcionários – os mais capazes e envolvidos, aqueles em quem o líder mais confia – que são mais sobrecarregados. Se estes trabalhadores se veem a assumir cada vez mais e mais, especialmente na ausência de reconhecimento como promoções e aumentos, começam a sentir que estão a aproveitar-se do seu trabalho. E quem pode culpá-los? O líder, no lugar deles, sentiria o mesmo.
3 – Visão vaga
Não há nada mais frustrante que um local de trabalho preenchido com grandes visões e sonhos, mas sem qualquer tradução dessas aspirações para objetivos estratégicos que as tornem viáveis. Sem esta ligação, trata-se apenas de… conversa. Qual é o funcionário talentoso que quer gastar o seu tempo e energia a apoiar algo indefinido? As pessoas gostam de saber que estão a trabalhar para criar algo de concreto.
4 - Lucro sobrepor-se às pessoas
Quando uma organização valoriza mais o bottom line que as pessoas, as melhores acabam por ir para outro lugar, deixando para trás as medíocres ou demasiado apáticas para encontrar uma posição melhor. O resultado é uma cultura de baixo desempenho, baixa motivação, e até com questões disciplinares. Claro que aspetos como o lucro, os resultados, agradar aos stakeholders e a produtividade são importantes – mas, em última análise, o sucesso depende de quem faz o trabalho.
5 - Falta de reconhecimento
Até as pessoas mais altruístas querem ser reconhecidas e recompensadas ​​por um trabalho bem feito. Quando o líder deixa de reconhecer os funcionários não só está a desmotivá-los como a perder a maneira mais eficaz de reforçar o excelente desempenho. Mesmo que não tenha o orçamento para aumentos ou bónus, há muitas formas low cost de reconhecer os seus colaboradores – e uma palavra de apreço é gratuita. As pessoas que não se sentem valorizadas deixam de se importar.  
6 - Falta de confiança
Os seus funcionários estão numa excelente posição para observarem o seu comportamento e equipará-lo com aquilo a que se compromete. Se veem que lida de forma pouco ética com os fornecedores, ludibria os stakeholders, engana os clientes, ou não mantém a sua palavra, os melhores e mais íntegros vão acabar por deixar a empresa. Os restantes, os piores, vão ficar para trás e seguir o mesmo tipo de liderança. 
7 - Hierarquia excessiva
Todos os locais de trabalho precisam de estrutura e de liderança, mas a hierarquia demasiado rígida deixa os trabalhadores infelizes. Se os seus melhores colaboradores sabem que não se espera que contribuam com ideias, que não têm luz verde para tomar decisões, e têm de esperar constantemente pelo input de outros com base nos seus cargos em vez de na sua experiência, acabam por ter muito pouco para se sentirem satisfeitos.
Em última análise, muitas das pessoas que deixam os seus trabalhos fazem-no por causa do chefe, não do trabalho em si ou da organização. Assim, enquanto líder, analise o que pode estar a fazer para afastar os seus melhores funcionários, e comece a fazer as mudanças de que precisa para os manter.
Retirado link: portal da Liderança

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Dell completa la fusión con EMC por 60.000 millones de dólares

Dell Technologies se convierte en la compañía de tecnología más grande en manos privadas
 
Dell ha cerrado la adquisición del gigante de almacenamiento y seguridad EMC por 60.000 millones de dólares en la que se ha convertido en la mayor fusión de la historia.
Con el acuerdo completado, ambas empresas son ahora parte de Dell Technologies, un negocio en manos privadas con una facturación de 74.000 millones de dólares.
 
“Estamos en el amanecer de la próxima revolución industrial. Nuestro mundo se está convirtiendo en un lugar más inteligente y más conectado con cada minuto que pasa, y en última instancia estará entrelazado en una vasta Internet de las Cosas, allanando el camino a nuestros clientes para hacer cosas increíbles”, señaló Michael Dell, chairman y CEO de Dell Technologies.
“Este es el modo en que se creó Dell Technologies. Tenemos productos, servicios, talento y la escala global para ser catalistas del cambio y guías de los clientes, grandes y pequeños, en su viaje digital”
 
En una conferencia, Dell añadió:“ no tenemos que quedarnos en la visión a corto plazo. Tenemos que pensar en décadas. Seremos el proveedor de confianza para la infraestructura de la próxima revolución industrial”.
La nueva compañía tiene 140.000 empleados (40.000 en ventas, 30.000 en servicio al cliente y soporte) y mantiene presencia en 180 países, posee más de 20.000 patentes y ha invertido 12.700 millones en I+D en los últimos tres años.
Al comprar EMC, Dell también adquiere sus subsidiarias con control total o parcial incluyendo la firma de ciberseguridad RSA, la compañía de desarrollo de software Pivotal, la compañía de software cloud Virtustream y el proveedor de virtualización VMware.
VMware seguirá siendo pública, pero ha elegido a Michael Dell para la junta directive como chairman.
Para efectuar la adquisición, Dell y su socio la firma de inversión Silver Lake reunieron más de 40.000 millones en deuda, y consiguieron 3.100 millones de dólares al acordar vender la división Perot IT services a NTT
 
Informacíon retirada Datacenterdynanics.

sábado, 10 de setembro de 2016

Deixe o stress do trabalho à porta de casa!!!

Como minimizar o impacto que o stress relacionado com o emprego tem no relacionamento com a sua cara-metade, com os familiares e os amigos? Deixamos-lhe 5 dicas.
Após um longo dia no escritório, se não tivermos cuidado, podemos deixar as questões do emprego transformarem-se em problemas em casa, muitas vezes à custa das nossas famílias, dos relacionamentos ou da nossa saúde, como explicam na Harvard Business Review Jackie Coleman (antiga conselheira de casais, trabalhou recentemente em programas de educação para o Estado da Geórgia, nos EUA) e John Coleman (coautor do livro “Passion & Purpose: Stories from the Best and Brightest Young Business Leaders”).
Os autores referem que, no Reino Unido, um estudo do Health and Safety Executive
conclui que 43% dos dias de baixa por doença estão relacionados com stress. Outro estudo, da American Psychological Association (APA), denota que os dois fatores de stress mais comuns entre as pessoas analisadas ​​são o trabalho e o dinheiro, e que o stress resulta muitas vezes em irritabilidade, raiva, nervosismo e ansiedade – comportamentos que podem causar tensão quando trazidos do emprego para casa.

Como minimizar o impacto que o stress relacionado com o trabalho tem no relacionamento com a sua cara-metade, com os familiares e os amigos? Seguem-se cinco dicas para evitar que o stress no emprego se torne em stress em casa.
Limite o seu trabalho no tempo e no espaço.
Um estudo realizado por Scott Schieman, da Universidade de Toronto, mostra que 50% das pessoas levam trabalho para casa, e que a interferência do emprego na vida pessoal é maior para quem tem “ocupações com mais responsabilidade/autoridade, maior poder de tomada de decisão, pressão e mais horas de trabalho”. Num mundo cada vez mais conectado, muitos trabalhadores estão acessíveis 24/7: a tempo inteiro ou a tempo parcial a partir de casa (como é o caso de uma conselheira, que é chamada a reunir-se com os clientes em momentos de crise a qualquer hora; ou o de um consultor de gestão, em que é frequente estar a trabalhar no portátil em casa até altas horas da madrugada). Se o trabalho está constantemente a imiscuir-se no tempo que deve ser dedicado à vida familiar, o mesmo acontece com as tensões relacionadas com o emprego. 
Deixe assim o trabalho no escritório.
Torne uma regra trabalhar em casa apenas em circunstâncias excecionais, e mantenha as pastas, os computadores e tudo o mais na sua secretária. Se tal não for viável no cargo que ocupa, estabeleça algumas horas por dia para dedicar apenas à vida em casa – uma hora para o jantar ou a altura de deitar as crianças, por exemplo – em que pode eliminar as distrações e concentrar-se na família. Se trabalha em casa não leve o portátil para a cama ou para o sofá, opte pelo escritório ou um espaço específico – tal vai ajudar a desligar-se mentalmente quando sair da divisão, dando-lhe um incentivo para trabalhar de modo mais eficiente em vez de se demorar nas tarefas. 
Desenvolva bons hábitos nos dispositivos móveis.
Hoje a forma mais comum de as distrações relacionadas com o trabalho se infiltrarem nos relacionamentos de uma pessoa é através dos smartphones. Já lhe aconteceu, à noite, depois de ter, finalmente, conseguido descomprimir, dar uma vista de olhos aos e-mails e ver algo alarmante que o deixa stressado? Em média, uma pessoa verifica o telemóvel 46 vezes por dia, passando quase cinco horas diárias em dispositivos móveis, o que leva 30% dos utilizadores a considerarem os seus smartphones umas “amarras”.

Desenvolva
bons hábitos e regras para evitar que os tablets e os telemóveis o interrompam.
Tenha dois telemóveis – um para trabalhar e o outro para uso pessoal –, à noite e aos fins de semana deixe o do emprego fora de alcance (ou desligado). E nunca verifique o seu e-mail de trabalho uma hora ou duas antes de ir para a cama. Vários estudos concluíram que estar a olhar para um ecrã de telemóvel antes de dormir pode afetar de forma negativa a capacidade de o seu cérebro se preparar para descansar, e a privação do sono está diretamente ligada ao stress. Quando em férias, deixe os dispositivos móveis relacionados com o emprego no cofre do hotel e veja-os apenas em alturas pré-determinadas. 
Estabeleça uma boa rede de apoio.
Os nossos companheiros podem ser excelentes a lidar com o stress. Mas colocar todo o peso do stress relacionado com o trabalho no cônjuge ou parceiro é injusto para com a pessoa e perigoso para o relacionamento. Desenvolva uma rede de apoio de amigos e mentores que possam ajudar a gerir o stress laboral, para que não seja um fardo exclusivo da sua cara-metade. A pesquisa da APA já mencionada observou níveis mais baixos de stress em quem tem uma forte rede de apoio social. Ter pessoas para nos apoiarmos em momentos de stress pode aumentar a nossa capacidade de lidar com problemas de fora da nossa rede, isto porque termos apoio aumenta a nossa autonomia e autoestima
Tenha um hábito de fim de dia.
Por vezes o cérebro precisa de um sinal para se preparar para o tempo em casa. Melhor ainda se este sinal puder ajudá-lo a descomprimir. Pode, por exemplo, usar o trajeto de volta do escritório para relaxar – seguindo pelo caminho mais “cénico”, a ouvir música ou as notícias, e dar-se tempo para “mudar o chip” para a vida familiar; ou então ir ao ginásio, ir correr, meditar, entre outros rituais. Pense sobre o que o ajuda a relaxar e encontre espaço na sua agenda para esse hábito – sobretudo no final de um longo dia de trabalho – de modo a que, quando chegar a casa, já esteja livre da “bagagem” que vai acumulando ao longo do dia.
Crie um terceiro espaço.
Quando se tem família, o quotidiano pode girar na totalidade em torno das responsabilidades no emprego e em casa. Os executivos ocupados correm para casa para ajudar com as crianças – transportá-las para as suas muitas atividades, trocar fraldas… – ou a executar tarefas como cozinhar, lavar a roupa, etc. Ter um terceiro espaço para além do emprego e da casa pode ajudar muito na gestão do stress.

Mesmo fazendo parte de um casal, cada parceiro deve manter hábitos e horários que lhes permitam explorar os próprios interesses, relaxar, e encontrar um espaço que é só seu fora de casa e do emprego. Estes espaços são diferentes para cada um de nós – quer sejam cafés tranquilos, clubes de livros, aulas de karaté, noites de “jogatana” de cartas –, e são importantes para mantermos a nossa identidade e o nosso senso de paz. Faça um esforço por proporcionar ao seu companheiro um terceiro espaço para que mantenha as amizades e explore os seus interesses, e peça-lhe que faça o mesmo por si. Um terceiro espaço quer dizer que não vai andar a correr de responsabilidade em responsabilidade sem ter tempo para respirar.
O stress no emprego pode ser um desafio para a vida em casa. Mas, como apontam Jackie e John Coleman, ao aprender a geri-lo – em conjunto com o seu companheiro e ao deixar à porta de casa um pouco do stress ligado ao trabalho, pode contribuir para um melhor relacionamento e uma melhor saúde física e mental.
Retirado link: portal da Liderança

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Organização...desenvolvimento pessoal...Sucesso...Família...Alicerces...hum.

Em mais de 20 anos de histórico e experiência profissional, é certo que a minha experiência nas mais variadas áreas de negócio e empresas onde as desempenhei me trouxe experiências positivas mas também negativas, onde me colocou pessoas que pela sua visão e estrategia e emprenho me ajudaram no meu percurso e em todas elas aprendi, cresci, evoluí… pois aprender com os erros também é válido, e é a forma mais simples e correta pois assim vamos evoluindo!

Descobri no entanto que, organizados conseguimos realizar o trabalho com a mesma qualidade em menos tempo. Aprendi a gerir o meu tempo o melhor que pude e sem grandes ferramentas, ou melhor aprendi de forma “correta” a utilizar melhor as ferramentas que todos hoje temos na mão, como internet, por exemplo (pesquisando e falando de uma forma não tanto pessoal, mas muitas vezes muito e mais pratica e valida na obtenção dos resultados que procuramos.

Sempre focado e dando prioridade aos assuntos mais urgentes, avançando depois para os muito urgentes e só depois para os urgentes, porque no fundo todos o são, do outro lado há sempre alguém que espera do meu apoio e da minha solução e claro do melhor “preço possivél e isso tem que ser tido em conta. Devo referir que sendo muito importante hoje o preço não é o fator maior de decisão, pelo menos nesta ârea onde desenvolve a minha actividade profissional.

Também é certo que hoje temos de estar mais “atentos” e disponiveis para a familia, e amigos e ter a maxima responsabilidade e disponibilidade para os filhos, pois eles tem “tudo a mais”, e temos de estar mais presentes pelo menos para “esse tudo a mais”, seja bem utilizado e intencionado... dou muito valor á minha própria família, os filhos que tanto ambicionei e que são a luz da minha vida, a tudo o que tive de fazer e encarar peiot aberto para conquistar o que conquistei neste campo, e aqui a minha Kara Metade, tem da minha prespectiva o valor mais alto nesta nossa “luta”.

Sempre dediquei muitas horas ao trabalho, mas garanto que ontem mais do que neste preciso momento, e com olhar para o Futuro. Ser produtivo e profissional, também e ser bom individuo e saber englobar o campo pessoal.

Quando um cliente nos procura, ele já tem uma urgência. Do nosso lado, o que precisamos fazer?

Perceber essa urgência e responder de acordo com a necessidade dele.

Mas se tudo é urgente, como saber qual é o mais?

Conhecendo o cliente, conhecendo o negócio, conhecendo muito bem o nosso negocio e os nossos produtos e acima de tudo as pessoas que vão desenvolver o trabalho, sem falsas promessas e com soluções e previsões corretas.

Nem tudo depende de nós (sempre assim foi) e nós não somos omnipresentes, é o fornecedor que atrasa, é o técnico que não tem agenda, é o distribuidor que não tem stock, somos nós fabricantes que não temos stock ou racionalizamos a produção e aquela pessoa que gostaríamos que tratasse do assunto que vai de férias, enfim muitas objeções podem acontecer, é normal que assim seja, a empresa tem a sua vida própria, os seus fluxos e o seu próprio ritmo, cabe-nos saber gerir esses “obstáculos” para bem da nossa relação pessoal e profissional com o cliente.

Podemos ajudar, podemos envolver-nos no processo, sem passar por cima de procedimentos, passar informação e estar presentes, mesmo que não fisicamente, nem sempre será possível…somos uma empresa contamos com todos e todos são bem vindos no seu input, na sua função e no desenvolvimento da mesma.

No fim das contas, a forma como nos envolvemos e participamos na relação entre a empresa e o cliente é o que fará de nós um bom ou mau comercial, ou bom ou mau fornecedor de soluções. É preciso dar a cara todos os dias, e de uma forma natural ou nossos clientes e parceiros tem de saber que estamos do outro lado, nas coisas boas e nas coisas más, pois como digo ara ter sucesso temos de ter sempre as duas e temos de ter sempre um bom grafico para medir o sucesso das mesmas.

Saber gerir a agenda faz parte, organizar o nosso tempo é meio caminho andado para um percurso profissional bem-sucedido, deixando espaço para o que nos faz mais feliz.

Assim, alimentar a nossa agenda com metodologia e dedicação será uma grande ajuda; dar-nos o tempo devido para ver o mail e não mais, ou consumirá todo o nosso esforço; dar-nos o tempo para devolver as chamadas que não nos foi possível atender; dar-nos o tempo para agendar aquela reunião que precisamos muito fazer e por fim guardar um dia na semana para aquela porta fria que nos fará sair da rotina e nos dará o estímulo para o resto da semana.

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Boas vendas!

Why Mobile Technology is "Eating the World"

Silicon Valley venture capital firm Andreessen Horowitz recently published a provocative new presentation from partner Benedict Evans called “Mobile Ate the World" that analyzes some of the latest trends in mobile technology, and suggests new ways of understanding what mobile technology really means for the world. There remarkable statistics, concepts and projections in this presentation that technology professionals should know.
 
Smartphones are the first "universal tech product." By 2020, 5 billion people will have a smartphone – and today's smartphones are 625 times more powerful than a business-grade PC in 1995. As the presentation says, in the new world of mobile, “Everyone gets a pocket supercomputer." We've gone from a computer in every corporation (the old heavy mainframe systems of the 1970s) to a computer in every home and every desk (the vision of Bill Gates and Steve Jobs, which started to be realized in the 1990s), to a computer in every pocket (2020). This has profound implications for the way we live and work.
Mobile is not just a type of device, it's an entirely new ecosystem for technology: Every new generation of computer technology has brought a massive shift in scale in multiplying what technology can help people achieve. We've gone from 100,000 mainframe computers to 10 million workstations to 1.5 billion PCs to more than 5 billion mobile devices (smartphones plus tablets). Mobile is not a “device," it's a new technology ecosystem that – for the first time – scales to reach everyone on earth. And new innovations will develop around this ecosystem, many of which were unimaginable just a few years ago.
New products for the mobile ecosystem: As the mobile ecosystem takes over from the PC ecosystem, new mobile components will arise for different use cases, but powered by software. We are already seeing this happen with new drone technologies – as the presentation states, “A drone is a smartphone that flies." The mobile ecosystem is going to create a “Cambrian Explosion" of new products – the Internet of Things, wearable devices, smart home monitoring systems, virtual reality, and connected cars. Consider the way that different generations within our lifetime have thought about and related to the technology products that they owned. As the presentation suggests, “Our grandparents could count their electric motors. Our parents could count the things they owned with a chip inside. We can count our connected devices. Our children…" It's possible that our children will grow up being so familiar with and comfortable with Internet-connected mobile devices that they will no longer think of the Internet as being a separate entity from everyday life – the Internet will be all around them and supporting their daily lives in ways that we cannot fully understand or envision today.
"A car is a smartphone with wheels:" One of the most exciting and widespread implications of the mobile ecosystem is the rise of driverless cars. Cars are poised to become “smartphones with wheels" – within a few years, they will be electric, on-demand and autonomous. Whether it's the Tesla Model 3 or the Chevy Bolt or some other new model not yet developed that proves to be the tipping point for mass adoption, the technology for sustainable electric car transportation is almost here and it is likely to be an unstoppable force. What does this mean for supply chains, for city traffic patterns, for urban planning and design of public spaces? What happens to cities when most car ownership is replaced by autonomous fleets of on-demand cars that don't have to park or sit in a garage overnight? If people don't have to spend their time driving and searching for parking spaces, what will they do with their time instead, and what new business opportunities will this create? As Carl Sagan once said, “It was easy to predict mass car ownership, but hard to predict Walmart."
Mobile is changing work and productivity in ways that we do not yet fully understand. At every stage of digital technology adoption – from mainframes to PCs to mobile devices – the nature of work and what “work" really looks like goes through a big transformation. Over time, work changes to fit the capabilities of the new tools, and we can't always predict exactly how this will look or what it means until it's already happening. As the presentation says, "The future comes looking like something you can't use for real work. These days it often looks like a toy for rich hipsters. But the toy gets better. And the work changes." For example, instead of making PowerPoint presentations, perhaps the “work" of the future will be managing chat sessions via mobile device. Maybe most people don't really need a mouse and keyboard to do their work anymore – maybe new applications or chat bots will develop that can help people work more effectively from mobile devices, by directly tapping into human brainpower without the slow, clunky intermediary of a keyboard or laptop or tablet. It might sound unlikely, but who knows? 20 years ago, the idea of people using smartphones to reply to emails would have been thought of as impossible. Mobile technology will make work more efficient by saving time and reducing effort and helping people get directly to the root of the uniquely value proposition that human knowledge workers can add – creativity, ingenuity, discretion, critical thinking. The future of work is going to look a lot different – and hopefully better, faster and easier – than what we have today.
This presentation is a must-read for anyone who wants to understand the biggest key concepts and trends that explain how mobile technology is changing the world. Read more from Benedict Evans, “Mobile Ate the World."
 
 
 
 
 

 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Planeamento estratégico??? Pensa, ou está pensando nele.

Sim, mas antes de o deleniar ou concluir, faça este exercício:
Imagine um hamster numa gaiola, correndo sem parar dentro da sua roda, mas sem nunca sair do lugar. É assim que você se sente em relação à sua empresa ou ao seu tempo, ou sua equipe? Muito trabalho, muito esforço, mas sem sair do lugar?
Na sua empresa, o importante é trabalhar muitas horas, muitas noites, trabalhar nos fins de semana, ou entregar resultados
Você quer uma equipe de hamsters – que se esforçam muito mas não chegam a lugar algum – ou pessoas que geram resultados? Ao fazer seu planeamento estratégico, avalie:
- Vocês estão medindo esforço ou resultado?
- Suas metas estão voltadas para uma atividade avaliada ao meio ou para o objetivo final?

Sua empresa se parece com esta?
Veja se este caso real poderia acontecer na sua empresa. Ao acompanhar os resultados, o CEO verificou que a meta corporativa de tráfego no site estava muito abaixo do esperado para aquele mês. Ele foi então questionar o responsável pelo Marketing:
CEO - José, nosso tráfego no site está muito abaixo da meta corporativa.
José - Mas eu entreguei tudo o que eu tinha que entregar de acordo com as minhas metas, fiz todas as minhas tarefas.
CEO - Mas o tráfego no site está muito ruim.
José - O tráfego no site não está nas minhas metas!
CEO - Então para que você tem metas? Sua meta está completamente errada…

O CEO percebeu que o processo de definição de metas tinha criado um hamster. Existiriam outros na empresa? A cultura precisava mudar.
Metas devem ser focadas em resultados
Quando bem utilizadas, as metas definem os critérios de sucesso de uma organização. As metas definem se uma pessoa ou equipe foram bem sucedidos. Mas para isso, as metas não podem ser focadas em tarefas ou esforço por três grandes motivos:
1. Queremos uma Cultura de Foco em Resultados
Como no exemplo do tráfego do site, queremos uma cultura que tenha foco no resultado, e não nas tarefas.
2. Se você fez suas tarefas e nada melhorou, isto não é sucesso.
Sucesso é fazer com que algo melhore: os clientes estão mais satisfeitos, as vendas aumentaram, o custo foi reduzido. Se você fez todas as suas tarefas mas não saiu do lugar, isto não é sucesso.
Apesar do que se ensina nas aulas de gerência de projetos, a verdade é que entregar o projeto não é o bastante. Entregar um projeto no prazo, e qualidade não é o suficiente, o projeto deve ser feito com sucesso.
Ou seja, os objetivos de negócios que motivaram a realização do projeto devem ser atingidos.
3. Seu plano de ação é somente uma hipótese.
A metodologia Lean Startup ensinou-nos que uma idéia é somente uma hipótese não validada. Da mesma maneira, no mundo real não temos a certeza se nosso plano de ação vai conseguir melhorar nossos indicadores. Nosso plano de ação é somente uma hipótese. Assim, você não pode se prender a uma aposta ainda não validada.
Quando for definir suas metas, foque no destino onde você quer chegar, não no meio para chegar lá.
Definindo metas da maneira correta
Quando bem utilizados, os dois principais métodos para definição de metas podem ajudar a desdobrar o seu Planeamento Estratégico em resultados desejados. Se sua empresa está utilizando o Balanced Scorecard, você deve separar suas metas em 4 componentes:
- Objetivo (o que você quer atingir);
- Medida (como você vai medir seu objetivo);
- Target (alvo da medida, qual meta deve ser atingida);
- Iniciativas organizacionais (quais ações serão feitas para atingir o objetivo).

Da mesma maneira, se a sua empresa decidiu utilizar OKR (Objectives and Key Results), modelo utilizado pelo Google e por diversas empresas do Silicon Valey, você também vai separar suas metas em componentes:
- Objetivo (descrição motivadora e memorável do que você deseja atingir);
- Key Results (um conjunto de 3 a 5 métricas que indicam que você está avançando em relação ao seu objetivo, com seus respectivos targets).

Em OKR, você também deve separar seus resultados dos planos de ação para alcançá-los. Como fazer isto na prática:

- Avalie as metas que você definiu;
- Se você tem uma tarefa, pense no motivo pelo qual você a está fazendo. Este é seu objetivo;
- Pense no que aconteceria de bom se a tarefa fosse bem feita, estes são seus Key Results (ou medidas e targets).

Texto escrito por Felipe Castro, sócio da Lean Performance, e publicado na Endeavor.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

EATON lança soluções de energia otimizada

Eaton lança soluções de energia otimizada para aplicações de IT menor dimensão

A Eaton lançou duas versões de 2,2 kW e 3 kW das suas UPS da série 9PX, que visam proporcionar uma proteção de energia de elevada qualidade para servidores virtuais, soluções hiperconvergentes, dispositivos de rede e pequenos sistemas de armazenamento de dados
UPSs 9PX da Eaton

Uma das principais caraterísticas das novas UPS é o fator de potência unitário, o que significa que, para uma determinada potência, conseguem alimentar uma maior quantidade de equipamentos do que as UPS convencionais.
As novas UPS 9PX da Eaton estão disponíveis em versões 2U, que fazem uma utilização eficaz do espaço em racks TI de profundidade convencional e em versões 3U, dirigidas para áreas mais pequenas com profundidade limitada ou para proteger os dispositivos TI convencionais em torre.
“Estas novas UPSs trazem as vantagens dos nossos produtos 9PX de maior dimensão, que já provaram serem bastante bem-sucedidos e populares, para aplicações de menor dimensão,” refere Christophe Jammes, product marketing manager na Eaton EMEA. “O fator de potência unitário é, por exemplo, algo que é bastante importante para os nossos clientes, já que significa que a classificação kVA da UPS é numericamente idêntica à classificação kW da carga que consegue fornecer. Como resultado, os utilizadores podem obter mais potência útil da sua UPS – normalmente 11 por cento mais – e não são necessários cálculos para definir a dimensão da carga que a UPS pode suportar”.
As UPS 9PX da Eaton estão ainda certificadas pela Energy Star, conseguindo alcançar uma eficiência de 94 por cento quando utilizadas no modo online.
Todos os modelos incluem um visor LCD integrado que fornece informações e análise operacional sobre o estado, em conjunto com uma monitorização do consumo até ao nível do grupo de tomadas. Está incluído um controlo do segmento da carga para até dois grupos, com o objetivo de facilitar os arranques sequenciais, o desligar prioritário de equipamentos não essenciais e o arranque remoto de servidores bloqueados.
Além destas caraterísticas, as novas UPSs da Eaton integram o sistema de Gestão Avançada de Baterias da Eaton (ABM), que prolonga a vida útil da bateria até 50 por cento.
As versões de rede prontas para virtualização das novas UPSs 9PX visam permitir uma estreita integração com os ambientes virtuais VMware, HyperV, RedHat e Citrix, como forma de simplificar a implementação de políticas de recuperação de avarias automatizadas para eventos de energia e função de rejeição de carga. Para além disto, a 9PX pode ser também monitorizada através do popular orquestrador de nuvem VMWare vRealize e Microsoft MS SCOM.