quinta-feira, 2 de abril de 2020

Listen and Respond with Empathy

As a leader, you encounter people’s feelings of success, failure, pride, and frustration frequently—perhaps even daily. When someone in your group expresses emotion, whether verbally or nonverbally, you can listen and respond with empathy to let that person know that you understand. Use Empathy to:
 

Defuse negative emotions—Strong emotions can be an obstacle to achieving the purpose of the discussion. Identifying and addressing these feelings meets people’s need to be heard, yet keeps the discussion moving forward.

Empathize with positive feelings too—It’s important to show people that you understand their positive feelings. This shows that you’re really listening.

Respond to both facts and feelings—Saying "I understand" is less effective than saying "I can see why you’re worried about meeting a deadline that you feel is unrealistic." Which one shows you’re really listening?


When you listen and show you understand, you allow others to express exactly how they feel. They see that you care. Using Empathy builds a bridge for two-way communication.
 

segunda-feira, 16 de março de 2020

COVID – 19: Conheça o Plano Nacional de Preparação e Resposta da DGS


DGS lançou Plano Nacional de Preparação e Resposta para a doença por novo coronavírus (COVID-19), uma ferramenta estratégica de preparação e resposta a uma potencial epidemia pelo vírus SARS-CoV-2. Este Plano tem como referencial as orientações da Organização Mundial da Saúde e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, sendo o documento de referência nacional no que respeita ao planeamento da resposta a COVID-19.

No âmbito da doença pelo novo Coronavírus 2019, o documento descreve as orientações estratégicas necessárias ao sector da Saúde face a esta ameaça em Saúde Pública. Para este efeito, foram desenhados níveis de alerta e reposta para Portugal, integrando evidência técnica e científica, nacional e internacional.

A fase de resposta inclui três níveis e seis sub-níveis, de acordo com a avaliação de risco para COVID-19 e o seu impacto para Portugal:



Caracterização Fase de Resposta 1: Existência de transmissão sustentada de coronavírus capaz de causar graves problemas de saúde em humanos, em locais fora de Portugal, com propagação internacional.
Caracterização Fase de Resposta 2: Presença de cadeias de transmissão na Europa; Presença de casos importados em Portugal, sem cadeias secundárias ; Risco moderado de propagação local da doença em Portugal
Caracterização da Fase Resposta 3: As cadeias de transmissão do COVID-19 já se encontram estabelecidas em Portugal, tratando-se de uma situação de epidemia/pandemia activa. Neste contexto, as medidas de contenção da doença são insuficientes e a resposta é focada na mitigação dos efeitos do COVID-19 e na diminuição da sua propagação, de forma minimizar a morbimortalidade e/ou até ao surgimento de uma vacina ou novo tratamento eficaz



Cadeia de Comando e Controlo


Em Portugal foi criada uma Cadeia de Comando e Controlo responsável pela coordenação da situação composta pelo Ministério da Saúde e DGS (Nacional), Administração regional de saúde (Regional) e Unidades locais de saúde, Agrupamentos de centros de saúde e hospitais (local).

O país dispõe ainda de um dispositivo de Saúde Pública para situações de risco para a Saúde Pública, em que sob coordenação da DGS estão implicadas as instituições integrantes do Ministério da Saúde, incluindo INSA, INEM, INFARMED, ACSS, IPST, SPMS e ARS e Rede de Autoridades de Saúde.

Conselho Nacional de Saúde Pública
O CNSP, designado pelo membro do Governo responsável pela área da saúde que preside, com competência de delegação no Director-Geral da Saúde, é composto por um máximo de 20 membros, designados em representação dos sectores público, privado e social, incluindo as áreas académica e científica.


Este Conselho tem funções consultivas do Governo no âmbito da prevenção e do controlo das doenças transmissíveis e outros riscos para a saúde pública e, em especial, para análise e avaliação das situações graves, nomeadamente epidemias e pandemias.


Este conselho conta com uma comissão coordenadora da vigilância epidemiológica e uma comissão coordenadora de emergência.


Vigilância Epidemiológica
• Identificar precocemente casos e surtos de COVID19
• Caracterizar precocemente os casos de infecção segundo as dimensões pessoa, tempo e espaço
• Identificar e caracterizar a evolução do vírus SARS-CoV-2 em circulação em Portugal;
• Descrever a evolução geográfica e a tendência temporal da epidemia;
• Monitorizar a transmissibilidade, gravidade clínica e impacto da doença;
• Monitorizar o efeito das intervenções de saúde pública;
• Monitorizar as variações genéticas e antigénicas do SARS-CoV-2;
• Identificar as estirpes com resistência aos antivirais


Abordagem estratégica

– Definição de caso [Todas as fases]
– Recolha de informação clínica, epidemiológica e laboratorial [Todas as fases]
– Partilha de informação clínica, epidemiológica e laboratorial [Todas as fases]
– Rastreio de contactos [Fases 2 e 3.1]
– Procura activa de casos [Fases 2 e 3.1]
– Investigação epidemiológica de casos e surtos de COVID-19 [Fases 2.2 e 3]
– Definição dos indicadores de monitorização [Fase 3 e fase de recuperação]
– Colheita, análise e disseminação de informação [Fases 2 e 3]
– Vigilância de síndrome gripal e de infecções respiratórias agudas graves [Fase 3 e fase de recuperação]
– Manutenção da vigilância laboratorial [Fase 3 e fase de recuperação]
– Epidemic intelligence (EI) [Todas as fases] – engloba actividades de detecção precoce, validação, avaliação e investigação de acontecimentos que possam representar uma ameaça para a saúde pública. A EI assenta em duas vertentes, a vigilância baseada em eventos (ocorrências, rumores, notícias e outros sinais provenientes de fontes formais e informais) e a vigilância baseada em indicadores (acontecimentos detectados pelos sistemas de informação existentes). A investigação realizada pelos mecanismos de EI sustenta a avaliação do risco e a gestão de recursos, sendo particularmente relevante nas fases de risco acrescido, quando a capacidade técnica de resposta do sistema de saúde está comprometida.
– Análise da informação epidemiológica [Todas as fases]
– Notificação de casos confirmados COVID-19 e partilha de estirpes de SARS-CoV-2, acordo com compromissos internacionais assumidos [Todas as fases]


Capacidade Laboratorial

• Implementar procedimentos de diagnóstico laboratorial para a detecção do SARS-CoV2;
• Garantir a implementação do diagnóstico do SARS-CoV-2 na Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Gripe;
• Caracterizar o SARS-CoV-2 detectado em casos de infecção a nível nacional;
• Articular com as redes internacionais para a actualização e desenvolvimento dos procedimentos diagnósticos adequados;
• Apoiar a vigilância laboratorial para o SARS-CoV-2;
• Realizar ensaios inter-laboratoriais para o SARS-CoV-2 na Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Infecção pelo Vírus da Gripe.
• Avaliar o perfil imunológico da população para o SARS-CoV-2


Abordagem estratégica

– Preparação do laboratório nacional de referência para o diagnóstico do SARS-CoV2 [Fases de preparação e resposta 1]
– Avaliação do Risco e medidas de biossegurança laboratoriais para o diagnóstico do SARS-CoV-2 [Todas as fases]
– Vigilância e notificação laboratorial [Todas as fases]
– Articulação com redes internacionais [Todas as fases]
– Implementação do diagnóstico laboratorial em hospitais do Serviço Nacional de Saúde [Fases de resposta 2 e 3]
– Ensaios inter-laboratoriais na Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Infecção pelo Vírus da Gripe [Fases 2 e 3 ]
– Caracterização dos vírus detectados (características antigénicas, genética e de susceptibilidade aos antivirais) [Fases 2.2. e 3]
– Avaliação do desempenho dos procedimentos para o diagnóstico laboratorial instalado nos laboratórios [Fases 2 e 3]
– Diagnóstico do SARS-CoV-2 nos casos de síndroma gripal e pneumonia notificados pelas Rede Sentinela [Fases 2 e 3]
– Diagnóstico serológico | Avaliação da imunidade adquirida para o SARS-CoV-2


Medidas de Saúde Pública

• Reduzir o risco de transmissão individual e de propagação do agente na população;
• Atrasar o pico da epidemia;
• Reduzir o número total de casos, o número de casos graves e o número de óbitos;
• Diminuir a velocidade de propagação/transmissão do vírus;
• Prevenir o estabelecimento de cadeias de transmissão e atrasar e reduzir a transmissão comunitária disseminada;


Abordagem estratégica

– Protecção individual
– Higiene das mãos. [Todas as fases]
– Etiqueta respiratória [Todas as fases]
– Equipamento de protecção individual (EPI) [indivíduos sintomáticos – fases 1, 2, 3 e de recuperação; indivíduos assintomáticos – fase de mitigação]
– Distanciamento social – Isolamento dos doentes (casos suspeitos e confirmados de infecção pelo SARS-Cov-2) [fases de resposta e recuperação]; Quarentena/ Isolamento [fases 1, 2, 3.1];
– Intervenção em contexto social – Intervenção em contexto escolar [fase 3.1]; Intervenção em contexto laboral [fases 2.2., 3, recuperação]; Intervenção em contextos especiais (Estruturas residenciais, Estabelecimentos prisionais), eventos de massa, locais ou transportes de utilização colectiva [fase 3]


Gestão de Caso
• Gerir eficazmente um caso suspeito de COVID-19;
• Providenciar uma avaliação médica e cuidados adequados durante uma emergência, onde potencialmente os limites da resposta são excedidos;
• Gerir equipamento, reservas, medicamentos e dispositivos médicos, incluindo a compra, distribuição e gestão de stock;
• Providenciar serviços médicos para os profissionais de saúde, de forma a lidar com as necessidades físicas e mentais que poderão advir durante uma emergência de saúde pública.


-SNS 24 [todas as fases]
-Linha de Apoio ao Médico [fases de preparação, de resposta 1 e 2]
-Transporte de doentes [todas as fases]
-Identificação de circuitos diferenciados e locais de isolamento [fases de preparação e resposta 1]
-Tratamento e monitorização de doentes [todas as fases]
-Identificação dos Hospitais de Referência [Fases de preparação e resposta 1]
– Alargamento da capacidade hospitalar [Fase 2]
-Disseminação da capacidade hospitalar [Fases 3 e de recuperação]
– Capacidade nos Cuidados de Saúde Primários [todas as fases]
– Capacidade Setor Privado e Social [Fase de resposta 3]
– Capacidade das Farmácias [todas as fases]
– Continuidade de cuidados para doentes COVID-19 e não-COVID-19 [Fases de resposta 1, 2 e 3, e de recuperação]


Prevenção e Controlo de Infecção

Propósitos
• Prevenir, limitar e controlar a aquisição de infecções associadas a cuidados de saúde, incluindo doentes, profissionais de saúde, visitantes e empresas prestadoras de serviços;
• Reduzir a transmissão de COVID-19, enquanto doença associada a cuidados de saúde;
• Fortalecer a segurança dos profissionais, doentes e visitantes a Instituições de Saúde;
• Fortalecer a capacidade de uma Instituição de Saúde responder a uma epidemia de COVID-19;
• Reduzir o risco da Instituição de Saúde funcionar como amplificador da epidemia;


Abordagem estratégica
-Avaliação de risco organizacional [Fases de preparação e resposta 1]
-Avaliação de risco individual [Todas as fases]
-Vigilância de infecções associadas aos cuidados de saúde [todas as fases]
-Rastreio de doenças respiratórias [Fase 3]
-Medidas ambientais organizacionais [Todas as fases]
-Medidas Comunitárias [Todas as fases]


Sanidade Internacional

Propósitos
• Atrasar a entrada e a propagação de SARS-CoV-2 em Portugal;
• Identificar precocemente viajantes suspeitos de COVID-19;
• Isolar, gerir e referenciar casos de viajantes doentes com suspeita de COVID-19;
• Iniciar precocemente a Investigação Epidemiológica, com a identificação e rastreio de contactos.


Abordagens Estratégicas
-Plano de contingência nos Pontos de Entrada (PoE) [Todas as fases]
-Viajantes para áreas afectadas [Fases de preparação, de resposta 1 e 2.1]
-Viajantes em trânsito e de chegada de área afectada [Fases de preparação, de resposta 1 e 2]


Medidas de reforço da vigilância à entrada, nos Pontos de Entrada
-Material informativo [Fases de resposta 1 e 2.1]
-Formulário de Saúde Pública de Localização de Passageiro (Passenger Locator Card) [Fases de de resposta 1 e 2.1]
-Declaração Geral da Aeronave nos aeroportos designados [Todas as fases]
-Declaração Marítima de Saúde (portos) [Todas as fases]
-Instalações aeroportuárias [Fases de preparação e fases de resposta 1 e 2.1]
-Rastreio à entrada nos PoE (entry screening) [não contemplado]


Comunicação e Mobilização social
Propósitos
• Garantir uma comunicação eficaz antes, durante e após a emergência de saúde pública e mediante o nível do risco vigente;
• Fornecer à população informações direccionadas para influenciar o seu comportamento e reduzir o tempo necessário para o controlo da emergência;
• Evitar o pânico e o alarme social durante a epidemia de COVID-19;
• Minimizar disrupção social.


Abordagem estratégica

-Comunicação interna [Todas as fases]
-Comunicação externa [Todas as fases]
-Mobilização social [Todas as fases]


Conhecimento e Investigação

Propósitos
• Preparar cenários e modelos para a epidemia em Portugal;
• Identificar os factores de risco individuais e contextuais associados a maior disseminação e gravidade da doença;
• Avaliar a efectividade de medidas de contenção, tratamentos médicos, incluindo potencial uso de vacinas, para a minimização da disseminação e efeito na população.
• identificar e caracterizar o perfil genético associado a maior transmissibilidade e/ou gravidade da doença, a evolução genética do vírus durante a epidemia e a sua circulação em Portugal


Abordagem estratégica

-Cenarização de impacto [Fases de preparação, resposta 1 e 2.1]
-Modelação da epidemia [Fases de resposta 2.2, 3 e recuperação]
-Avaliação dos factores de risco para a infecção entre profissionais de saúde [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Estudo da transmissão em contexto domiciliário [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Estudos dos primeiros casos [Fases de resposta 2.2 e 3.1]
-Estudo dos factores de risco associados a gravidade clínica [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Avaliação da efectividade do tratamento [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Estudo da resposta imunológica em caso de epidemia e no intervalo entre as ondas [Fases de resposta 3 e de recuperação]
-Caracterização genética do vírus em circulação [Fases de resposta 2.2, 3 e de recuperação]
-Avaliação da efectividade das medidas de isolamento [Fases de resposta 2.2 e 3]
-Avaliação da efectividade da vacinação contra o SARS-CoV-2 (assim que esteja disponível uma vacina)
-Estudo dos conhecimentos, percepções e atitudes da população face à epidemia [Todas as fases]
-Análise dos factores limitadores e facilitadores da resposta dos profissionais de saúde, com enfoque na preparação e resposta [Fases de preparação, resposta 1 e recuperação]
-Estudo da evolução e impacto na mortalidade e morbilidade em Portugal [Fase de recuperação]
-Gestão do conhecimento [Todas as fases]



Formação e Treino
Propósitos
• Capacitar os profissionais de saúde do sistema nacional de saúde, para responder adequadamente aos desafios dinâmicos do COVID-19;
• Fortalecer a preparação e a resposta para emergências de saúde pública;
• Promover o envolvimento dos profissionais na correta actuação, segundo os procedimentos definidos e de acordo com a sua função e área de intervenção


Abordagem estratégica
-Formação de Equipas de Saúde Pública
-Formação dos profissionais de primeira linha
-Formação em gestão clínica de caso
-Formação de profissionais dos Pontos de Entrada (PoE)
-Formação de profissionais de saúde para a colheita, acondicionamento, transporte e manipulação de amostras biológicas para o diagnóstico do SARSCoV-2


Recursos
Propósitos
• Capacitar Portugal com medicamentos, dispositivos médicos e equipamentos de
proteção individual para apoiar a resposta a COVID-19;
• Desenhar uma estratégia para assegurar os recursos humanos necessários às fases
de preparação, resposta e recuperação de COVID-19.


Abordagem estratégica

– Recursos Humanos
– Reservas de dispositivos médicos, medicamentos e EPI
– Sanidade internacional

sexta-feira, 13 de março de 2020

Pandemia COVID-19

Pela primeira vez na nossa história foi decretado o estado de pandemia mundial derivado com o surto do COVID-19.
Pela situação exposta todas as pessoas devem estar de "quarentena" em suas casas até novas medidas serem informadas!

Todas as escolas estão fechadas até dia 13 de Abril e outros estabelecimentos tem restrições pois só com esta medida preventiva se pode travar o crescimento exponencial deste surto!

Esta é uma luta que tem todos do mesmo lado e só juntos com bom senso a podemos travar.

O risco maior são os mais idosos, mas todos temos de ter a consciência que a todos pode afetar.

Juntos mais uma vez ultrapassaremos esta Pandemia!!!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

SOCIEDADE IMPARCIAL 15 DE JANEIRO DE 1898

Hoje é dia de Festa e aqui é com poupa e circunstância, pois ela merece!

Fundação: 15 de Janeiro de 1898
Actividade: Banda Filarmónica, Orfeão e Escola de Música
No centro do Núcleo Antigo de Alcochete ergue-se o edifício sede da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898, uma colectividade centenária que se dedica à música através da sua Banda e do Orfeão, que muito prestigiam o Concelho.
A banda da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 surgiu no âmbito da restauração da autonomia do Concelho de Alcochete na referida data, acontecimento que todos os anos é comemorado com a apresentação de cumprimentos às Autarquias e associações locais.
O ensino da música às crianças do Concelho é uma realidade de destaque, bem como o percurso da prestigiada Banda, que conta no seu palmarés com muitos prémios e que é actualmente dirigida pelo maestro António Menino.
Com prestígio nacional e internacional, a Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 foi distinguida pelo Município de Alcochete com a atribuição do seu nome a uma das ruas da Vila e recebeu a Medalha de Mérito Municipal D. Manuel I em 2009.
 
Viva á banda da minha Terra.

Temos uma nova década?

Sob o ponto de vista matemático, a década acaba em 2019, que utiliza o 0 para iniciar a contagem. É possível comparar essa forma de contagem com a maneira como contamos a nossa idade. Um indivíduo inicia a vida com um ano 0 e, com o passar dos anos, comemora o ano completo e não o que se inicia.

A partir desta lógica, a década chegou ao fim na ultima terça-feira, 31 de dezembro de 2019. É importante lembrar que o uso do zero como é conhecido atualmente foi desenvolvido gradualmente por matemáticos na Índia. Depois, com o contato entre o Islã e a matemática indiana, surgiram os numerais arábicos, que são os que usamos hoje e que foram popularizados na Europa por volta do século XI.
 
Enfim faço votos de um excelente 2020, em especial Saúde para todos!

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Minha mensagem de Natal para toda a equipe em Portugal - O que realmente importa!!! Continuar a Fazer Aconteçer.


Mas o que realmente importa a todos vocês e na continuação dos meus desejos de Boas Festas nesta época Natalícia e utilizando parte do texto que vos enviei o ano passado e que para mim esta ainda muito atual, reitero para todos que em 2020 vamos continuar a Fazer Aconteçer.

Sei que em muito ainda eu tenho de melhorar, sei que tenho de ouvir mais, mas posso dizer que aprendi a estar mais atento ao que me rodeia, e a estar focado no essencial e pois como sempre digo em equipe é sempre possivél fazer mais, é sempre possivél fazer melhor, é sempre possivél continuar a Fazer Aconteçer!

Estamos a adicionar mais pessoas á equipe com mais valias e com vontade e isso é inquestionavél que só a somar é que fazemos um grupo de qualidade onde cada um represente activamente o seu papel no dia a dia.

Seguramente continuaremos a mostrar que em Portugal existe um grupo de homens e mulheres muito competentes e com muito valor, disso eu não tenho qualquer dúvida, sempre com muita disciplina, com amizade, com muita determinação, com foco e reseliência, pois só entre todos e com muita entre-ajuda tudo se tornará mais facíl.

Quero aproveitar para agradeçer a oportunidade de crescimento que cada um de vocês me proporcionou, e  mais uma vez agradeçer o vosso excelente trabalho neste ano que agora esta prestes a terminar. Eu estou orgulhoso e de coração cheio pelo que conseguimos juntos fazer e agora com esta nova liderança França-Iberia seguramente ainda vamos fazer mais e melhor...
 

Temos 365 dias de uma pagina em branco onde todos fazemos parte e vamos seguramente fazer algo que nos orgulhe, pois o Sonho comanda a vida...  “No Matter how hard is, or hard it gets, I’m going to MAKE IT”. Lee Brown
 
Que tenham um Feliz Natal em família e que todos tenham um Excelente 2020 cheio de Saúde pois tudo o resto vem...
 

Bruno Pereira Soares


Country Sales Leader

Eaton Industries (Portugal) - Electrical Sector, EMEA