sexta-feira, 5 de abril de 2019

Bicicleta: o que você precisa saber antes de começar a pedalar

Estas a pensar em aderir a uma nova prática desportiva e a eleita da vez foi a bicicleta?
Os benefícios de pedalar são muitos e, além de trazer um excelente condicionamento físico, trabalhar os membros superiores e inferiores e incentivar o desenvolvimento do equilíbrio e da atenção, essa atividade também alivia o estresse mental e pode ser uma excelente alternativa para ter uma rotina mais saudável e relaxada.

Mas, apesar de tantos benefícios oferecidos pela prática, alguns cuidados são necessários para garantir a segurança durante os percursos e evitar lesões. Usar o equipamento de proteção, escolher a bicicleta correta para os seus objetivos e mantê-la ajustada da forma certa para o seu corpo são alguns dos requesitos indispensáveis para começar a pedalar.

Wquipamento
Antes de tudo, é preciso entender qual o equipamento que será usado. Existem diferentes modelos de bicicleta e cada um deles possui especificações que podem mudar de acordo com o objetivo e o terreno, como, por exemplo, o pneu, material e o peso da bike.
O capacete é indispensável durante a pedalada, pois a segurança é muito importante para o ciclista, que fica exposto à quedas e acidentes durante a prática. As luvas também pode ser uma boa aquisição, pois ajuda a controlar o suor das mãos e a evitar calosidades que surgem pelo movimento de segurar o guiador. Outro equipamento que auxilia no desempenho são os sapatos de encaixe de ciclismo, que é indicada, principalmente, para longas pedaladas e provas, pois ajuda a aumentar a performance e a segurança por dar maior estabilidade ao pé.
Usar um óculos para proteger os olhos de poeira, insetos e outras partículas que podem prejudicar a visão também é muito importante. Para pedalar à noite, os equipamentos de sinalização são itens obrigatórios, por isso é preciso utilizar as luzes de segurança, roupas e coletes refletores e luzes adequadas.

Fortalecimento corporal
Apesar de não ser um Desporte com tanto impacto, é importante fortalecer os músculos mais utilizados no ciclismo para evitar dores e lesões.

De olho nas lesões

Para evitar lesões graves, é essencial encontrar a postura certa na bike, em que a altura, a posição do guiador e dos pedais estejam corretos para o corpo e façam com que o ciclista se sinta confortável durante a prática.

“A maneira de se posicionar na bicicleta varia de acordo com a pessoa e o equipamento escolhido, porém é indicado perceber se a distância do braço até o guiador está boa, se não precisa se esticar muito para alcançá-lo. Também é preciso notar se o joelho está muito próximo da parte da frente da bike, pois isso é um sinal de que ela é pequena para o ciclista. Outro ponto é observar se a perna não está muito esticada durante a pedalada, porque isso mostra que o banco está muito alto”.
Os alongamentos e o aquecimento também são grandes aliados dos atletas.

“A síndrome de piriforme atinge muitos ciclistas e demanda atenção para que seja  tratada e não cause dores ao atleta. Ela ocorre quando o músculo piriforme, que fica na região que vai do sacro ao fêmur, é sobrecarregado e desenvolve uma inflamação. Como o nervo ciático fica próximo a ele, o tendão acaba comprimindo-o e deixando toda a área dorida. O fortalecimento da região e o alongamento após a prática são essenciais para evitar que essa situação ocorra.

Começando com segurança

Pronta para pedalar? A dica na hora de iniciar a prática é começar aos poucos para ganhar "intimidade" com o desporto e não ultrapassar os limites do corpo. “O que faz com que a pessoa melhore na bike é a frequência com que ela pedala e não sair por aí em um ritmo absurdo que vai exaurir o organismo.

Outra dica antes de iniciar a pedalada é passar por um check-up para ter certeza que tudo está bem no corpo e também por um acompanhamento nutricional.

Boas Pedaladas!!!

 

sexta-feira, 22 de março de 2019

O que o liga à sua organização?

O primeiro mês do ano já passou. Assim sendo, só restam, de uma forma linear e simplista, cerca de 92% do tempo e de recursos para atingir os objetivos estipulados para este ano.
 
Na dinâmica da vida, para muitos, este é o primeiro ano na sua organização, mas, para outros, será a última na organização. Naturalmente, tirando os casos determinados pelas circunstâncias da própria vida (por exemplo, a reforma) muitos deixarão, livremente ou não, a atual organização para procurarem melhores condições, sejam elas de que natureza forem.
Efetivamente, já não vivemos na época do emprego para toda a vida, e muitos fatores contribuíram para o fim dessa época. A velocidade dessa alteração foi tanta que arriscamos a dizer que, em mais ou menos duas gerações, mudou-se o paradigma da ocupação profissional.
Existem várias causas, mas podemos, desde logo destacar um primeiro fator que é a tecnologia, no qual quase tudo assenta hoje em dia.
A evolução recente da civilização humana tem sido marcada por fenómenos que deixam marcas e que mudam paradigmas. No século XVIII tivemos a revolução industrial, mas falando dos nossos dias destacamos a tecnologia a ditar o funcionamento da sociedade e das suas diversas instituições e organizações.
Voltando ao nosso tema, a tecnologia foi, certamente, um dos fatores a provocar a mudança de paradigma e o desaparecimento do conceito de emprego para a vida, principalmente em determinados setores onde robôs e outras máquinas substituíram os homens em tarefas mecânicas e rotineiras. A tecnologia 5G mudará as regras, ao facilitar a internet das coisas (IoT) ou a massificação dos veículos sem condutor, sem falar do blockchain e as suas aplicações.
Mas o fenómeno continua, já não apenas com robôs e máquinas, mas agora o próprio algoritmo – falamos da inteligência artificial – começa a substituir ou a complementar (dependendo da perspetiva) o trabalho intelectual nas mais variadas áreas; finanças, medicina, engenharia civil, jurídica, segurança, etc.
Um segundo fator que, efetivamente, fez mudar esse conceito de emprego para a vida é a própria dinâmica do ciclo económico. Também não restam dúvidas de que os ciclos económicos – grande crescimento seguido de recessão – tiveram a sua influência. Ou seja, os ciclos económicos tornarem-se mais curtos, significa que atualmente se passa de um ciclo de crescimento para um ciclo de recessão mais rapidamente e com implicações ao nível do emprego. Nos ciclos de recessão perdem-se empregos e as pessoas são despedidas ou são forçadas a mudarem de emprego, enquanto que nos ciclos de crescimento podem ser criados mais empregos.
Um terceiro fator que mudou esse paradigma é, sem dúvida, as competências dos colaboradores. Hoje, com a massificação da tecnologia, da informação e do conhecimento, as pessoas têm mais oportunidades de se capacitarem e de evoluírem nas suas ocupações. Creio que todos nós somos testemunhas de pessoas que, com melhor capacitação e melhores competências, conseguiram melhorar a sua condição profissional. Ou seja, melhores competências podem permitir as pessoas terem melhores empregos, e é por isso que se vê alguma mobilidade no mercado do trabalho, quer ascendente, nos ciclos de crescimento, quer descendente, nos ciclos de recessão.
Mas além desses fatores que são válidos, as pessoas também mudam de organização por vontade própria. Por tudo isso tenho a seguinte pergunta: o que o liga à sua organização?
Sabemos que nem todos estão nas respetivas organizações por vontade própria, muitos estão porque as circunstâncias assim obrigam e assim a ligação que as une à organização é ténue. Mas também temos muitos que se dedicam com empenho, com muito brio profissional, não importam as circunstâncias, estão de corpo e alma na organização, podem, eventualmente, até suportar alguma injustiça pressentida, mas a ligação que as une à sua organização é forte. A esses, dedico a minha admiração.
 Texto retirado do LINK TO LEADERS.

sábado, 2 de março de 2019

Resolução para 2019 fazer brilhar os outros


Tornar o trabalho das pessoas que me rodeiam mais visível. Em vez de nos preocuparmos em mostrar o trabalho que fazemos e os objetivos que atingimos, vamos mostrar lá na empresa o trabalho e o sucesso dos outros. Não porque esperamos que os outros façam o mesmo em troca. Sim porque nos permite apresentar uma imagem fantástica de liderança: a imagem de alguém que está mais focado no sucesso dos outros do que no seu próprio sucesso pessoal.

Além de acabar com a auto-promoção, há três outras vantagens em promovermos o sucesso dos outros.

Primeiro, promover o sucesso dos outros cria uma predisposição para a descoberta e a aprendizagem. Leva a que cada um de nós tente descobrir o que é que os outros estão a fazer e que resultados é que os outros estão a atingir.

Segundo, promover o sucesso dos outros faz com que cada um ocupe uma posição central nas redes informais de aprendizagem e aconselhamento. Assim passamos a ser a fonte de informações e novidades sobre o que os outros estão a fazer bem.

Terceiro, promover o sucesso dos outros ajuda-o a criar capital social livre da norma da reciprocidade. A norma da reciprocidade diz que o capital social que cada um de nós tem resulta do que fazemos pelos outros. Por isso precisamos que as outras pessoas nos peçam favores para acumular capital social. Promover o sucesso dos outros torna-nos credores das outras pessoas por nossa própria iniciativa.

Claro que estas três razões são a justificação egoísta e calculista para fazer brilhar os outros. Eu prefiro tornar o trabalho dos outros visível porque é o que eu acho correcto e certa e porque de vez em quando encoraja os outros a dar o seu melhor. Sempre fui e sempre serei mais um elemento da equipe e sempre para ajudar e somar, pois nas empresas de hoje, juntos seremos sempre muito mais Fortes, e assim se cresçe!!!

Bom 2019!

sábado, 26 de janeiro de 2019

Ciclismo faz parte da minha vida!

Ciclismo é um desporto de corrida de bicicleta cujo objetivo dos participantes é chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso no menor tempo possível.
Foi na Inglaterra, em meados do século XIX, que o ciclismo iniciou-se como desporto, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades. O ciclismo é regido por diversas regras. Geralmente enquadra-se em quatro categorias: provas em estradas, provas em pistas, provas de montanha (Mountain Bike) e BMX e é praticado com diversos tipos e modelos de bicicletas.
No Mountain Bike existem várias categorias que são divididas em mais ou menos radicais, e são elas: cross country, em todo o tipo de terreno, de preferência no monte, seja a subir, plano ou a descer; o Free Ride, com um andamento mais extremo em que se dá preferência a saltos e descidas; o down hill, que é a versão mais extrema e perigosa do MTB que consiste somente em descer, normalmente a velocidades altas, sendo este praticado tanto no monte ou em cidade (o chamado downhill urbano ou DHU).
Em Lisboa, o mais famoso evento desta disciplina é o Lisboa Down Town que se realiza anualmente em Maio e que consiste na descida da encosta do Castelo de São Jorge até ao arco da Red Bull.
Em termos de saúde, o ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, ideal para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treino aplicado. Desenvolve o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo ainda indicado por médicos especialistas como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas.
O mundo moderno inventou também o ciclismo estático, ou seja, a prática do ciclismo em bicicletas ergométricas e em locais fechados, casa, ginasio, etc, um exercício aeróbico alternativo e seguro ideal para indivíduos que desejam maior segurança, sustentação e facilidade de manejo do que o ciclismo de estrada ou de pista.
O ciclismo estático é indicado para pessoas que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna e que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos
O Ciclismo surgiu a partir de 1890.
Entre 1890 e 1900 nasceram grandes provas, que ao longo dos anos se tornaram clássicos, alguns ainda existem hoje como o Liège-Bastogne-Liège.
Em 1891 acontece a primeira grande prova de Audax, ou "Randonneurs", entre Paris e Brest (na França), ida e volta, num total de 1200Kms. A prova é a mais tradicional do ciclismo mundial e não tem caráter competitivo. Os participantes correm contra o tempo, com diversas regras, para chegar ao final em uma longa prova de logística e superação. Atualmente, para poder participar dos 1200Kms, o ciclista deve conseguir realizar num mesmo ano, as provas de 200, 300, 400 e 600Kms, ganhando o chamado "brevet" para realizar o 1200Kms. No Brasil essa prova é realizada desde 2003 com autorização do Audax Club Parisien.
Em 1893 foi feito o primeiro Campeonato (CM) Mundial, com provas de sprints e meio fundo, exclusivamente para os corredores amadores do mundo.
 
Hoje faz parte da minha vida e em boa hora, pois o peso e a minha "sanidade mental", estava em causa e com este desporto ganhei novamente espirito de competição e ganhei amizades que disfrutam do mesmo prazer, sendo que no topo de tudo a Saúde e a confraternização durante as voltas de bicicleta é de longe a mais alto beneficio que tiramos deste tipo de desporto, pois em questões de ausência familiar e um desporto muito exigente, mas que todos o compreendem...!

sábado, 12 de janeiro de 2019

Temos de pensar e fazer diferente, mas melhor!

Durante as duas primeiras revoluções industriais, que, juntas, vão da segunda metade do século XVIII ao início do século XX, as instituições fabris, no contexto do sistema capitalista, conheceram formas de ampliar e massificar a sua produção de mercadorias, através da mecanização na fabricação de seus produtos.

Assim, as classes que dominavam os meios de produção adquiriram formas de ampliar os seus lucros e de intensificar o processo de acumulação de capitais. Além disso, com o predomínio do sistema fordista, os trabalhadores desenvolviam a maior quantidade de produtos possíveis, com trabalhos geralmente repetitivos e alienados na linha de produção.
Lembrei-me de falar desta época principalmente pelos processos de fabrico automatizados e standardizados, dois termos que hoje em dia estão tão alicerçados na cultura empresarial, mas que deixam de fazer sentido se quisermos distanciarmo-nos da maioria. E sabe porquê? A repetição deu lugar à diferenciação, o consistente transformou-se no incrível… tudo para que se distinga dos demais e trace o seu caminho em direção à felicidade e ao sucesso.

Já não basta fazermos igual. Temos de pensar e fazer diferente, mas melhor! É este o desafio que esta obra nos lança ao longo destas páginas, apresentando experiências e casos reais.  Destaca a coragem que cada um tem para dar o melhor de si, em qualquer lugar e em qualquer altura da sua vida.

E aqui toco em mais um ponto a que queria chegar, ao tema que quero abordar: o direito que cada um tem de ser diferente, de não caminhar com o rebanho, de viver da forma que escolheu conscientemente, sem seguir convenções, sem fazer o que os outros esperam, em suma, de ser realmente livre.

Acho injusto quem não respeita nem aceita as diferenças dos outros, fazendo-os sentirem-se mal por serem diferentes. Ser diferente, viver de maneira diferente, não é sinónimo de tristeza, de frustração, de arrogância. Parece-me que aqui a maioria atropela uma minoria, fazendo com que esta se sinta mal e levando, muitas vezes, a que a originalidade e independência virem motivos de gozo e exclusão.

A vida é muito mais do que isto. Por isso, termino com duas mensagens, sendo a primeira para aqueles que não toleram os que são diferentes, que acham que todos temos que seguir as tradições, as convenções, tudo aquilo que nos foi ensinado como certo, ou que simplesmente acreditamos ser certo por nunca termos feito de outra maneira: vivam a vossa vida da forma que acharem melhor. São livres para escolher!  Se acham que encontrarão a vossa felicidade no coletivo, no mainstream, no correr atrás sem nunca (ou quase nunca) questionar, esse é um direito vosso!

A segunda mensagem é para os corajosos, para aqueles que querem ser diferentes, que pensam com a própria cabeça e seguem o seu próprio coração: continuem assim na vida pessoal e profissional!  Sei que nem sempre é fácil. Poderão sentir-se muitas vezes sozinhos, mas não mudem, pois é esta atitude que faz com que sejam aquilo que realmente são: pessoas singulares e especiais. Ou melhor: fora de série!

*Este texto foi escolhido para prefácio do livro “Torna-te um fora de série!“, da autoria de Nuno M. Silva, que será apresentado no dia 17 de outubro na Livraria Ferin, em Lisboa.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Mensagem Ano Novo equipe EATON

Equipa,
 
Fazer Aconteçer foi uma das minhas frases de eleição durante 2018, pois mesmo sabendo que não estava preparado para este grande desafio e sabendo bem o meu lugar de tudo fiz para cumprir com a minha parte.

Confesso hoje que por algumas vezes senti-me sozinho mas  hoje compreendo melhor algumas situações e eu estive sempre ao vosso lado e sempre focado e interessado em fazer o meu melhor em poder contribuir para melhorar a nossa imagem junto dos nossos Parceiros em estar mais perto de todos e sempre sabendo que ao meu lado tenho alguns dos melhores parceiros de trabalho que são vocês que me ajudaram a desempenhar esta tarefa, pois, sozinhos não somos nada...

Hoje sei que em muito eu tenho de melhorar, mas posso dizer que aprendi a ouvir mais a estar mais atento ao que me rodeia e nunca duvidei das capacidades de cada um, pois como sempre digo em equipe é sempre possivél fazer mais e sempre possivél continuar a Fazer Aconteçer!

Durante as nossas vidas passamos por vários momentos marcantes, e um desses momentos para mim foi o momento em que tive a oportunidade de fazer parte desta equipe. Quero aproveitar para agradecer a oportunidade de crescimento que cada um de vocês me proporcionaram.
 

Que todos tenham um Excelente 2019, cheio de Alegrias para um ano novo que agora chega e claro outra oportunidade para continuar a fazer Aconteçer ainda mais... Feliz Ano Novo!
 
Bruno Pereira Soares
acting like Country Sales Manager