Sendo eu um apaixonado pela terra que me viu nascer, onde tenho o privilégio de viver e claro sendo um curioso das novas tecnologias e da energia socorrida, área onde desenvolvo a minha actividade profissional, decidi por bem lançar este espaço, para ser partilhado...
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
O meu Sistema de Comunicações foi comprometido e agora?
Diariamente surgem ameaças
no mundo das TI como, vírus informáticos, novas técnicas utilizadas pelos Hackers,
que são exploradas por indivíduos com o objetivo de gerar lucro fácil e/ou comprometer o funcionamento dos
sistemas, obrigando a paragens inesperadas resultando em perdas consideráveis
para as empresas.
Se está nesta fase é
porque algo correu dramaticamente mal. Este é um caso criminal, que
deverá ser comunicado de imediato às autoridades competentes (a queixa poderá
ser apresentada em qualquer esquadra da PSP ou posto da GNR).
A LEI 109/91, de 17 de Agosto relativa à Criminalidade
Informática, no seu ARTIGO 221º - BURLA INFORMÁTICA E NAS
TELECOMUNICAÇÕES enquadra juridicamente o sucedido
O que
poderia ter feito para evitar?
As notícias que
diariamente conhecemos pelos média, devem agir como motivação para que os
responsáveis pelas empresas e organizações preparem as suas defesas, porque
estas tragédias não acontecem só aos outros.
Como forma de aumentar e
dificultar este tipo de atos, alguns fabricantes de segurança recomendam a
adoção imediata das seguintes ações:
- Todos os equipamentos, sem exceção, devem estar devidamente atualizados com as últimas versões de software disponíveis;
- Os sistemas devem ser intervencionados por técnicos devidamente credenciados.
- Solicitar ao Operador das telecomunicações para barrar destinos de comunicações não utilizados;
- Muito importante - Mudar regularmente as palavras-passe de acesso aos sistemas e das aplicações dos dispositivos;
- Reforçar as políticas de acesso e a arquitetura da rede, com mecanismos de segurança eficazes;
- Auditar regularmente as comunicações;
- Auditar regularmente todos equipamentos expostos à Internet.
O esforço tem que ser constante e se baixar não
adotar esta medidas, preventivas, a sua empresa ou organização poderá ser a
próxima vítima.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Lide com a "Pressão", como um atleta!!!
Muitos
atletas de alta competição atribuem parte do sucesso ao estado mental antes e
durante as competições. Quer bata um recorde mundial da modalidade ou faça a
melhor apresentação da história, trata-se de ter um conjunto de ferramentas
para lidar com o stress, explica uma psicóloga que acompanha desportistas de
topo.
Quando pensamos no treino de atletas para competições como os Jogos Olímpicos,
é comum focarmo-nos mais na parte física: quanto comem num dia (muito), como
esculpem o físico perfeito para competir, como aliviam a dor, etc. Mas depois
há o outro tipo de treino – o mental. O que significa estar psicologicamente
preparado para uma maratona, por exemplo? É algo que não se quantifica da forma
como se conta as calorias ingeridas. Ainda assim, muitos atletas de alta competição atribuem
o seu sucesso, pelo menos em parte, ao estado mental antes e durante o
evento. A golfista americana Lexi Thompson, por exemplo, refere que tem de
“manter uma atitude positiva, porque o golfe é 80% parte mental”.
A
psicóloga americana Kristin Keim, que acompanha atletas
de alta competição, muitos dos quais participaram nos Jogos Olímpicos Rio 2016,
no Brasil, explicou recentemente à revista Business
Insider
que o esquema de treino mental que usa é diferente para cada cliente. Mas, em
geral, o seu objetivo é ajudar os atletas a criarem um conjunto de
ferramentas ao qual podem recorrer quando se sentem stressados ou
sobrecarregados
– e que são as mesmas ferramentas que recomenda a quem se sinta sob pressão no
trabalho.
Por exemplo, Kristin Keim ensina os clientes a “controlarem o controlável”,
por comparação com os eventos que estão fora do seu controlo. Para esse fim,
incentiva os atletas a desenvolverem uma rotina
que praticam antes do treino e antes da competição em si. Outro aspeto em comum
no seu treino é a visualização. A psicóloga pede com frequência aos clientes
que visualizem como irá ser todo o seu dia – desde o acordar à ida para o
trabalho (caso tenham um emprego), passando por um percurso de bicicleta de
duas horas, por exemplo. Uma vez mais, trata-se de assumir o controlo sobre
aquilo que pode. Sim, o dia vai ser stressante, mas em vez de se
sentirem assoberbados, os clientes de Kristin Keim aprendem a dizer: “Estou no
lugar do condutor. Estou aos comandos. Vou ter um dia bom”. Estes também são
incentivados a manter um diário/registo, especialmente se se estiverem a sentir
demasiado pressionados ou com dificuldade em dormir.
No caso da ciclista americana Megan Guarnier, que Kristin Keim acompanhou nas
Olimpíadas do Rio de Janeiro, a psicóloga ajudou-a a não pensar em demasia nas
coisas. “Confia apenas que és a melhor”, declara ela à atleta e a clientes com
dificuldades similares. Curiosamente, Kristin Keim afirma que a parte mais
fácil dos Jogos Olímpicos é muitas vezes a prova em si, por comparação com a
antecipação e as expetativas criadas. Quando os atletas arrancam com a
bicicleta, começam a correr ou a nadar, estão “de volta a casa”, explica. E
diz-lhes “vai, encontra a tua onda, e faz aquilo que sabes fazer”. O tema principal por detrás de todas as ferramentas/capacitação de Kristin Keim
é o mindfulness, ou plena consciência (treino baseado na
conexão mente-corpo que ajuda a observar a forma como se pensa e sente acerca
da vida, das experiências, seja bom ou negativo; consiste em prestar atenção ao
momento presente sem ficar apegado ao passado ou se preocupar com o futuro), e
é frequente incorporar a meditação no seu plano de treino – nem que seja só 10
a 15 minutos por dia. De um modo geral, ela ensina os clientes a
permanecerem no momento, em vez de deixarem os seus pensamentos fugirem para
o desempenho passado ou futuro – e esta é uma parte fundamental da meditação.
Pensar no futuro pode criar ansiedade (há estudos que o
corroboram) e pensar sobre o passado pode contribuir para a depressão, refere a
psicóloga. O objetivo destas práticas é chegar a um nível de excitação ótima
para a competição, o que geralmente significa tentar sentirem-se animados e
motivados, em vez de ansiosos. Este princípio aplica-se à preparação para
uma reunião importante com o seu chefe, quando tem de fazer uma apresentação,
ou tem um prazo apertado de entrega de um projeto – ou seja, em situações
que a maioria de nós enfrenta todos os dias.
Kristin Keim considera que falarmos com nós próprios é crucial, quer se seja
um atleta olímpico ou não. E ensina muitas vezes os clientes a reformularem
os seus pensamentos negativos. Por exemplo, em vez de pensarem “não sou bom a
falar em público” antes de uma conversa, dizerem a si mesmos “tenho andado a
praticar e estou preparado”.
Talvez a parte mais importante do acompanhamento de Kristin Keim esteja em
aprender a apreciar o que se está a passar mesmo à sua frente. “Todos
precisamos de nos lembrar deste aspeto”. E recomenda que dediquemos um momento
para entrar em sintonia com todos os nossos sentidos: “como parece realmente o
ambiente à sua volta?”.Em última análise, quer bata um recorde mundial de ciclismo ou faça a melhor
apresentação da história, trata-se de “desfrutar esse momento”.
Texto retirado - Portal
da Liderança
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Siga 5 métricas cruciais, para medir o desempenho...
1 -
Rácio sim/não
Quando se inicia um negócio de risco vale a pena dizer sim a tudo: aos clientes (mesmo aos mais exigentes) prontos a fazer negócio consigo; aos funcionários dispostos a trabalhar consigo; aos potenciais parceiros e investidores que querem juntar-se a si. Mas, assim que a sua estratégia estiver definida, deve dar mais respostas negativas/negar mais oportunidades do que as que responde de forma positiva. Aponte para um rácio de 20-para-1 em termos de “não” e “sim” no sentido de conseguir obter o enfoque de que precisa para vencer a competição.
Quando se inicia um negócio de risco vale a pena dizer sim a tudo: aos clientes (mesmo aos mais exigentes) prontos a fazer negócio consigo; aos funcionários dispostos a trabalhar consigo; aos potenciais parceiros e investidores que querem juntar-se a si. Mas, assim que a sua estratégia estiver definida, deve dar mais respostas negativas/negar mais oportunidades do que as que responde de forma positiva. Aponte para um rácio de 20-para-1 em termos de “não” e “sim” no sentido de conseguir obter o enfoque de que precisa para vencer a competição.
2 -
Número de refeições com influenciadores
Uma das suas funções mais importantes enquanto líder é potenciar e nutrir relacionamentos com as pessoas que têm a capacidade de erigir ou mandar abaixo o seu negócio. Defina uma meta semanal para o número de pequenos-almoços, cafés, almoços e jantares a ter com os 250 maiores influenciadores na sua área, e verá que a capacidade de conseguir que as coisas avancem vai melhorar de forma significativa. Precisa de uma boa razão para entrar em contacto com estas pessoas? Pode, por exemplo, configurar alertas nos motores de busca com os seus nomes para se manter atualizado sobre aquilo em que estão a trabalhar.
Uma das suas funções mais importantes enquanto líder é potenciar e nutrir relacionamentos com as pessoas que têm a capacidade de erigir ou mandar abaixo o seu negócio. Defina uma meta semanal para o número de pequenos-almoços, cafés, almoços e jantares a ter com os 250 maiores influenciadores na sua área, e verá que a capacidade de conseguir que as coisas avancem vai melhorar de forma significativa. Precisa de uma boa razão para entrar em contacto com estas pessoas? Pode, por exemplo, configurar alertas nos motores de busca com os seus nomes para se manter atualizado sobre aquilo em que estão a trabalhar.
3 -
Horas no “fluxo”
Pare de deixar que as “minudências” surjam no caminho do trabalho real – aquele que acrescenta valor ao seu negócio, e estabeleça no calendário quais são as suas prioridades. Dedique cerca de 90 minutos (seguidos) todos os dias, ou um dia por semana, a entrar no estado de “fluxo” e tratar dos assuntos que estão a criar maior atrito e com os quais tem de lidar para fazer a organização ir para a frente. Só este pequeno passo vai melhorar os resultados de forma drástica.
Pare de deixar que as “minudências” surjam no caminho do trabalho real – aquele que acrescenta valor ao seu negócio, e estabeleça no calendário quais são as suas prioridades. Dedique cerca de 90 minutos (seguidos) todos os dias, ou um dia por semana, a entrar no estado de “fluxo” e tratar dos assuntos que estão a criar maior atrito e com os quais tem de lidar para fazer a organização ir para a frente. Só este pequeno passo vai melhorar os resultados de forma drástica.
4 -
Cérebros utilizados
A razão pela qual a maioria das empresas unicórnios ganha dimensão deve-se ao facto de atraírem as pessoas no sentido de lhes darem contributos e ideias todos os dias, seja através de comentários sobre os produtos ou com posts de conteúdos. Quanto mais “cérebros” recrutar, dentro ou fora da sua empresa, para o ajudar a lidar com qualquer que seja a oportunidade ou desafio que estiver a enfrentar – seja via crowdfunding, fazer uma pergunta na página de Facebook, ou pedir opiniões aos clientes – maiores são as probabilidades de agitar o seu setor.
A razão pela qual a maioria das empresas unicórnios ganha dimensão deve-se ao facto de atraírem as pessoas no sentido de lhes darem contributos e ideias todos os dias, seja através de comentários sobre os produtos ou com posts de conteúdos. Quanto mais “cérebros” recrutar, dentro ou fora da sua empresa, para o ajudar a lidar com qualquer que seja a oportunidade ou desafio que estiver a enfrentar – seja via crowdfunding, fazer uma pergunta na página de Facebook, ou pedir opiniões aos clientes – maiores são as probabilidades de agitar o seu setor.
5 –
Tempo dedicado a pensar
Os seus esforços não vão resultar em nada de criativo se não permitir que as suas melhores ideias incubem. Siga o exemplo de Warren Buffett e dedique todos os dias algum tempo a uma leitura calma e a pensar. É recomendável dedicar pelo menos uma hora diária à aprendizagem, como fazia Ben Franklin. Não consegue ter tempo? Enquanto estiver a caminho de reuniões, por exemplo, pare de olhar para o telemóvel e ouça um podcast ou contemple o que tem estado a ler. Vai ficar surpreendido com o que sai do seu cérebro se por vezes lhe der um descanso.
Os seus esforços não vão resultar em nada de criativo se não permitir que as suas melhores ideias incubem. Siga o exemplo de Warren Buffett e dedique todos os dias algum tempo a uma leitura calma e a pensar. É recomendável dedicar pelo menos uma hora diária à aprendizagem, como fazia Ben Franklin. Não consegue ter tempo? Enquanto estiver a caminho de reuniões, por exemplo, pare de olhar para o telemóvel e ouça um podcast ou contemple o que tem estado a ler. Vai ficar surpreendido com o que sai do seu cérebro se por vezes lhe der um descanso.
Texto – Retirado
“Portal da Liderança”
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